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Veja Agora! Em nota líder comunitário responde as falsas acusações de Carmem da Eugênio Pereira.

Depois de ser acusado de liderar grupo criminoso no bairro que fundou, o líder comunitário responde à sua ex-amante e agora rival, Profa. Maria do Carmo que se apresenta como “Carmem da Eugênio Pereira” pré-candidata a vereadora pelo PDT.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Eugênio Pereira, líder comunitário, vem por meio desta prestar esclarecimentos ao povo do Maranhão em especial à comunidade de Paço do Lumiar.

No último dia 30/12/2019 fui informado que a atual presidente da Associação de Moradores da Comunidade Eugênio Pereira, Maria do Carmo Marques Vasconcelos que se apresenta como Carmem da Eugênio Pereira havia publicado em redes sociais uma “requerimento em carta aberta ao Governador do Estado” com acusações gravíssimas dirigidas a mim.

Me chamo Eugênio Pereira e desde a década de 1990 estou na luta pela moradia na nossa capital e região metropolitana. Participei de diversas ocupações (Divinéia, Vila Luizão, Sol e Mar, Bob Kennedy, Vila Isabel Cafeteira, Carlos Augusto, Menino Gabriel e tantas outras) tendo conseguido a moradia para mais de 30 mil famílias.

A última ocupação da qual participei foi a que – por decisão dos ocupantes – leva o meu nome: Eugênio Pereira, em Paço do Lumiar, onde moro.

Lá, com recursos próprios e dos demais ocupantes fundei e construí a sede da associação de moradores e da escola comunitária que também leva meu nome.

No final da década de 2000, conheci a então professora Maria do Carmo autora da “carta”. E, logo em seguida, mesmo ciente de que a mesma era casada engatamos um romance extraconjugal que durou até 2017.

Querendo ajudá-la, levei para a comunidade e por ser uma pessoa “estudada” dei a ela total liberdade dentro da associação e da escola comunitária, visando melhorar a educação das crianças do bairro.
Mesmo com oposição dos meus filhos (que acreditava ser por ciúmes) e de companheiros antigos, defendi o nome da Prof. Maria do Carmo para exercer cargos de confiança na associação e em 2016 apoiei a mesma na sua candidatura para vereador, tendo certeza de que os quase 500 votos que recebeu foram dados por pessoas gratas a minha luta.

Em 2017, ainda sob protestos, defendi o nome da Profa. Maria do Carmo para presidente da Associação. Assim, a elegemos, tendo eu como vice e o irmão da mesma como Tesoureiro.

Porém, o que muitos me avisavam e eu me recusava a acreditar tornou-se visível após ter se tornado presidente da Associação.

Já naquele ano a Profa. Maria do Carmo passou a querer tomar decisões isoladas da comunidade e pior, com seus irmãos e dois sobrinhos passou a querer tomar pra si terrenos destinados a futuros equipamentos na comunidade.

A gota d’água deu-se quando seus sobrinhos armados invadiram minha casa e me ameaçaram caso impedisse o pai de cercar um terreno destinado a campo de futebol, afinal, já tinha reclamado para o mesmo.

Não bastasse a ameaça de morte, agora minha “ex-amante” começou a me perseguir. Inúmeros boletins de ocorrência passaram a ser registrados na delegacia de Paço do Lumiar por “ameaças”. A minha “ex-rapariga” então passou a se vitimizar, me acusando de ameaça de morte.

Fui preso em julho de 2019 por força de mandado de prisão oriundo de processo penal consequente da minha luta por moradia. Cumpro pena em regime semiaberto e sair na temporada de Natal, direito que me assiste. Durante os sete dias em que gozei da minha liberdade provisória, devidamente monitorado por tornozeleira eletrônica, a minha “ex-amante” ligou insistentemente para 190 dizendo que estava eu no bairro ameaçando-a de morte. Cheguei a ser abordado por Policiais Militares que atestaram minha situação e verificaram tratar-se de notícia falsa.

No dia 26/12 um ônibus de propriedade do irmão da minha “ex-rapariga” pegou fogo na rua da casa da mãe dela no bairro Boa Vista em São José de Ribamar. Sem registro de ocorrência e sem investigação concluída e aproveitando para ganhar 15 minutos de fama já que é pré-candidata a vereadora pelo PDT, Maria do Carmo resolveu me responsabilizar pelo incêndio, criando uma narrativa absurda e irresponsável.

Para tanto usa da sua amizade com o Governador Flávio Dino e outras autoridades para movimentar a Segurança Pública contra minha pessoa, amigos e familiares.

Ontem, 08/01 fui levado para a Delegacia de Combate ao Crime Organizado para prestar esclarecimentos das falsas acusações da minha “ex-rapariga”, sem a companhia do meu Advogado, repetir tudo que está nesta nota, porém o que me deixou triste foi em saber que mais de 10 pessoas, homens, mulheres, idosos, trabalhadores e muitos fundadores da comunidade também foram intimadas para se explicar de participar de “crime organizado” no Bairro Eugênio Pereira.

Na data de hoje, ainda revoltado com tamanha situação, fui levado para o hospital com suspeita de infarto do miocárdio. Graças ao meu bom Deus, tudo não passou de um susto e no momento em que dito esta carta a familiares, estou me recuperando.

Tenho 54 anos, sou cardíaco, uso um marcapasso, tenho as duas pernas quebradas, estou cumprindo minha pena e pretendo, após pagar ao Estado o que devo voltar ao convívio dos meus filhos, netos e bisneta.

Não carrego na minha história crimes de sangue e tenho como maior “crime” lutar por direito à moradia, repito, desde a década de 1990. Não enriqueci com a luta. Jamais negociei terrenos ou desocupações. Sequer a cargo público busquei. Sou um homem amado por aqueles que ajudei a ter um teto. Nunca ouvi falar em Maria do Carmo em qualquer luta por moradia. Trata-se de uma pessoa sem caráter, sem escrúpulos e sem moral que usa do cargo de presidente de uma associação para enriquecer a custa do povo e do dinheiro público, uma vez que cobra cerca de cem reais para quem quer ter água, vinte reais para quem quer estudar na escola comunitária e recebe mensalmente mais de quarenta mil reais para manutenção da escola que nós construímos, mantendo no quadro de funcionários diversos parentes, amigos que sequer sabem onde fica a Eugênio Pereira, fatos estes já levado ao conhecimento do Ministério Público.

Ontem era amante, aliado e amigo, e depois de dez anos virei bandido para Carmem?

Sr. Governador Flávio Dino, povo de Paço do Lumiar, sou um homem velho e doente que nunca tive interesse políticos eleitorais, mas causa-me tristeza que uma pessoa “estudada” use de sua influência política para perseguir pessoas pobres e humildes, e acredita que assim representará bem o povo na Câmara de Vereadores.

Por fim, informo que os ataques e mentiras lançadas pela Maria do Carmo serão contestados na Justiça.

São Luís, 09 de Janeiro de 2020

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