
Da Esq p/Direita: Vice-prefeito Gabriel de Tuda ex-prefeita e Secretaria de Educação Conceição Cutrim e o Prefeito Valdenir Diniz
O processo seletivo de Olinda Nova do Maranhão, já alvo de inúmeras denúncias, volta ao centro de polêmicas. Sob a administração do prefeito Valdenir Diniz, o certame tem sido duramente criticado por falta de transparência e indícios de irregularidades, colocando em xeque sua legitimidade.
A mais recente denúncia envolve a aprovação de candidatos sem os requisitos mínimos para os cargos aos quais foram selecionados. Um dos casos mais chocantes é o de Josiel Silva dos Santos, aprovado para o cargo de motorista de máquinas pesadas, apesar de não possuir nenhum tipo de habilitação para condução. Outro nome que chama atenção é o de Valdemar Moreno Fonseca , que também foi aprovado como motorista mesmo sem carteira de habilitação.
Mas os absurdos não param por aí. Um menor de idade, Lucas Lima Amaral, foi aprovado para o cargo de instrutor de informática, função que exige formação técnica e, no mínimo, maioridade. A presença de um menor aprovado em um cargo técnico reforça ainda mais os indícios de que o processo foi conduzido sem critérios legais.
Esses novos casos se somam à já conhecida denúncia formalizada junto ao Ministério Público, em que uma candidata desabafou nas redes sociais após ser aprovada mesmo sem realizar a prova, pois teria chegado atrasada. A situação gerou revolta e desconfiança geral sobre a lisura do seletivo.
Segundo moradores e candidatos prejudicados, o processo está sendo utilizado como ferramenta política pelo atual prefeito Valdenir Diniz e pela ex-prefeita e atual secretária de Educação, Conceição Cutrim, com o objetivo de empregar aliados e formar um curral eleitoral para as próximas eleições. Enquanto isso, pessoas que entregaram todos os documentos corretamente e se dedicaram aos estudos estariam sendo desclassificadas por motivos considerados injustos ou sem explicações.
Diante do cenário, cresce a pressão para que o Ministério Público aprofunde as investigações e tome medidas firmes para garantir a moralidade e a legalidade do processo seletivo. A população cobra justiça e responsabilização dos envolvidos.
Este escândalo ainda promete novos desdobramentos. Aguardem.
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