Uma nota de solidariedade e apoio assinada pelo Eduardo Jorge Hiluy Nicolau, Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado do Maranhão, veio a público nesta segunda-feira (12), reafirmando o compromisso institucional com o enfrentamento à corrupção, ao crime organizado e à impunidade no Maranhão.
Com quatro décadas de atuação em Varas Criminais e na 1ª Câmara Criminal, o procurador relembra os inúmeros desafios históricos do sistema de Justiça e destaca que, ao assumir a Procuradoria-Geral de Justiça em 2020, priorizou o fortalecimento do GAECO, dotando-o de recursos tecnológicos e de pessoal considerados, à época, os mais avançados disponíveis.
Na nota, Eduardo Nicolau ressalta que acompanha de perto o trabalho “dedicado, responsável, criterioso e tecnicamente qualificado” desenvolvido pelos promotores integrantes do Grupo Especializado, que recentemente requereram exoneração coletiva das designações que os vinculavam ao órgão.
A decisão, conforme registrado, decorreu do entendimento de que foi comprometida a convergência mínima necessária à permanência no GAECO, após manifestação ministerial em segundo grau favorável à soltura de investigados suspeitos de integrar organização criminosa com atuação no município de Turilândia, no âmbito da chamada Operação Tântalo II. As prisões preventivas, segundo o texto, haviam sido regularmente decretadas e cumpridas por determinação judicial, com reconhecimento da consistência das provas produzidas durante as investigações.
Diante desse cenário, o procurador manifesta irrefringente solidariedade e apoio incondicional aos promotores, elogiando a coerência, o desprendimento e a decência que, segundo ele, nortearam a decisão coletiva, afirmando não ter qualquer hesitação em subscrever integralmente os termos da nota pública apresentada pelo grupo.
“Os senhores honram e dignificam o Ministério Público do Estado do Maranhão”, conclui o documento, assinado em São Luís, no dia 12 de janeiro de 2026.












