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Veja Agora: Em Central do Maranhão, vereador revela a grave situação da saúde pública, evidenciando o descaso da gestão Fechinha, cidade já recebeu quase R$ 17 milhões

Prefeita Fechinha

Na cidade de Central do Maranhão, a fiscalização realizada pelo vereador Valdeir Louzeiro revela a grave situação da saúde pública, evidenciando o descaso da gestão da prefeita Fechinha.

Embora a administração municipal tenha recebido mais de 16,7 milhões de reais em repasses do Governo Federal destinados à saúde (Veja Aqui), a realidade nos postos de saúde, como o Joaquim Antônio, é alarmante.

Durante a fiscalização, Valdeir constatou a falta de medicamentos e recursos básicos, o que compromete seriamente a qualidade do atendimento à população.

Essa situação demonstra um descompasso entre os recursos financeiros recebidos e a real aplicação desses investimentos na saúde da comunidade.

A insatisfação com a gestão é evidente, e os moradores clamam por melhorias e um compromisso real com a saúde pública, essencial para o bem-estar da população de Central do Maranhão, que é administrada pela Prefeita Fechinha.

 A espera por atenção e respeito à saúde dos cidadãos parece, até o momento, uma promessa não cumprida pela gestão municipal.

Via: Vandoval Rodrigues 

Mesmo com R$ 16,7 milhões recebidos, saúde de Central do Maranhão vive colapso na gestão da prefeita Fechinha

Prefeita Fechina

A gestão da prefeita Fechinha, em Central do Maranhão, está no centro de uma grave crise na área da saúde, mesmo após o município ter recebido cifras milionárias do Governo Federal. De 2021 até hoje, já foram repassados aproximadamente R$ 16.782.744,37 para custear serviços de saúde pública — valor que, na prática, não se reflete na realidade enfrentada pela população.

Os repasses federais têm como finalidade apoiar áreas estratégicas da saúde, como Atenção Primária, Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, Assistência Farmacêutica, Gestão do SUS e Vigilância em Saúde. No entanto, denúncias de falta de medicamentos, ausência de médicos e escassez de insumos básicos são recorrentes, revelando o abandono e a precariedade dos serviços prestados à população.

A situação é tão crítica que moradores classificam a saúde da cidade como estando “na UTI”. Relatos de atendimentos improvisados, filas intermináveis e unidades de saúde com infraestrutura precária reforçam o cenário alarmante.

Diante desse quadro, é fundamental a atuação de órgãos fiscalizadores como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e até mesmo a Polícia Federal, a fim de apurar possíveis irregularidades na aplicação dos recursos públicos.

A transparência e a responsabilidade na gestão desses recursos são essenciais para garantir o direito à saúde da população. Caso sejam identificadas falhas, desvios ou má aplicação, é necessário que os responsáveis sejam punidos e que as medidas corretivas sejam imediatamente adotadas para restabelecer a dignidade dos serviços de saúde em Central do Maranhão.

Enquanto isso, a população segue sofrendo com a ineficiência da administração municipal, cobrando respostas e ações efetivas da prefeita Fechinha, que até o momento não conseguiu justificar o colapso mesmo diante de um orçamento milionário.

Veja abaixo os repasses anuais.