A gestão da prefeita Fechinha, em Central do Maranhão, está no centro de uma grave crise na área da saúde, mesmo após o município ter recebido cifras milionárias do Governo Federal. De 2021 até hoje, já foram repassados aproximadamente R$ 16.782.744,37 para custear serviços de saúde pública — valor que, na prática, não se reflete na realidade enfrentada pela população.
Os repasses federais têm como finalidade apoiar áreas estratégicas da saúde, como Atenção Primária, Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, Assistência Farmacêutica, Gestão do SUS e Vigilância em Saúde. No entanto, denúncias de falta de medicamentos, ausência de médicos e escassez de insumos básicos são recorrentes, revelando o abandono e a precariedade dos serviços prestados à população.
A situação é tão crítica que moradores classificam a saúde da cidade como estando “na UTI”. Relatos de atendimentos improvisados, filas intermináveis e unidades de saúde com infraestrutura precária reforçam o cenário alarmante.
Diante desse quadro, é fundamental a atuação de órgãos fiscalizadores como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e até mesmo a Polícia Federal, a fim de apurar possíveis irregularidades na aplicação dos recursos públicos.
A transparência e a responsabilidade na gestão desses recursos são essenciais para garantir o direito à saúde da população. Caso sejam identificadas falhas, desvios ou má aplicação, é necessário que os responsáveis sejam punidos e que as medidas corretivas sejam imediatamente adotadas para restabelecer a dignidade dos serviços de saúde em Central do Maranhão.
Enquanto isso, a população segue sofrendo com a ineficiência da administração municipal, cobrando respostas e ações efetivas da prefeita Fechinha, que até o momento não conseguiu justificar o colapso mesmo diante de um orçamento milionário.
Veja abaixo os repasses anuais.




