A gestão do prefeito Juscelino Marreca volta a ser alvo de duras críticas por parte da população de Santa Luzia. Em menos de um mandato, o que deveria ser um período de organização, planejamento e avanços estruturais tem sido marcado, segundo moradores, por abandono, tragédia administrativa e sinais de calamidade pública.
Enquanto a cidade enfrenta sérios problemas em áreas essenciais, cresce a percepção de que o prefeito tem direcionado suas atenções para projetos pessoais, especialmente para a articulação política em torno da gestão e projeção da primeira-dama Vanessa Marreca. A população questiona se a prioridade da administração ainda é o município ou interesses políticos futuros.
🚨 Comunidade do Baixão abandonada
Um dos casos mais emblemáticos do descaso é a situação da Comunidade do Baixão, que segue sem ponte, prejudicando o direito básico de ir e vir dos moradores.
Sem a estrutura necessária, famílias enfrentam dificuldades diárias para atravessar o trecho, especialmente em período chuvoso. Crianças, trabalhadores e idosos convivem com o risco e a insegurança. A ausência de uma solução concreta evidencia, segundo relatos, a falta de compromisso da gestão com as comunidades mais vulneráveis.
Moradores afirmam que já fizeram pedidos, cobranças e apelos públicos, mas até o momento não houve resposta efetiva por parte da Prefeitura.
📉 Cidade à deriva
Além do problema da ponte, outras mazelas vêm se acumulando no município: infraestrutura precária, reclamações na saúde, dificuldades na educação e sensação crescente de abandono administrativo.
A crítica que ecoa nas ruas é clara: enquanto a cidade pede socorro, a gestão parece focada em estratégias políticas pessoais. Para muitos, Santa Luzia não pode ser tratada como trampolim eleitoral, mas como prioridade absoluta.
⚖️ População cobra responsabilidade
A população espera respostas e, principalmente, ações concretas. O município precisa de obras, planejamento e presença administrativa — não de disputas ou projetos individuais.
Santa Luzia exige respeito, compromisso e trabalho de verdade. Porque governar não é planejar o próximo cargo, é cuidar do presente da população.

