Blog Veja Agora | Com Junior Araujo - Notícia com veracidade dos fatos

Veja Agora!!!! Vereadores fazem vistoria surpresa em hospitais de SLZ

Membros do bloco “Unidos por São Luís” queriam encontrar nas unidades de saúde a realidade vivida pelos pacientes; foram detectadas superlotação e falta de equipamentos fundamentais para o atendimento

Vereadores vistoriaram cada uma das instalações dos dois hospitais de São Luís

Nove vereadores de São Luís vistoriaram na manhã da terça-feira, 9, duas unidades de saúde da capital: o Hospital da Criança e o Socorrão II. Os parlamentares fazem parte do bloco Unidos por São Luís que é composto por 11 vereadores.

A vistoria não teve agendamento. Segundo explicou o vereador Marquinhos Silva (DEM), a intenção foi encontrar a realidade vivida por pacientes. “Não informamos nada para que a realidade não fosse modificada”, disse.

Na vistoria do hospital da Criança foi constatado que a unidade de saúde está superlotada, não há ar condicionado funcionando e os banheiros estão com problemas como, por exemplo, falta d’água, torneiras quebradas, portas com defeitos. Além disso, o hospital permanece em obra há mais de dois anos.

Observado por Beto Castro Castro, Marquinhos e Marlon Botão, Paulo Victor conversa com profissionais do Socorrão II

No Socorrão II, os vereadores constataram que a situação é ainda mais delicada. Por lá, o tomógrafo não funciona há um mês e o aparelho de ressonância magnética parado há dois anos e falta de macas.

Um relatório detalhado com as demandas e cada unidade de saúde será elaborado para que seja encaminhado ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) para que sejam sanados os problemas encontrados na vistoria.

“O fato é que a situação no Hospital da Criança e no Socorrão II é desumana. Demanda grande demais, deficiência no atendimento por vários fatores desde físicos a falta de material. Vamos fazer um relatório minucioso mostrando cada problema encontrado e solicitar ao prefeito Braide providências urgentes”, afirmou Marquinhos Silva.

Marlon Botão conversa com paciente do Hospital da Criança, que está acompanhado da mãe

Dos 11 vereadores do Bloco Unidos por São Luís, nove foram a vistoria. Os que participaram a visita às unidades de saúde foram Marquinhos Silva, Beto Castro (Avante), Paulo Victor (PCdoB), Marlon Botão (PSB), Umbelino Júnior (PRTB), Andrey Monteiro (Republicanos), Johnatan do Coletivo Nós (PT), Antônio Garcez (PTC).

Somente Astro de Ogum (PCdoB), Concita Pinto (PCdoB) e Fátima Araújo (PCdoB), que também são do bloco Unidos por São Luís, não puderam comparecer à vistoria.

Veja Agora, Márcio Jerry vê crescer possibilidade de Rubens Júnior no 2º turno em São Luís

O deputado federal Márcio Jerry, presidente do PCdoB no Maranhão, se disse confiante em um segundo turno em São Luís com a presença do pré-candidato do partido, Rubens Júnior. A manifestação ocorreu em um comentário nas redes sociais.

“Em São Luís, o pré-candidato @rubenspereirajr subiu três posições. Pra quem gosta de apostar, pode apostar em Rubens Júnior no segundo turno em São Luís”, disse.

O dirigente partidário afirmou que estava feliz com o crescimento do prefeiturável em pesquisas internas e afirmou que quanto mais a população conhece, mais gosta, aplaude, declara voto e se engaja.

“Olhando números coletados ontem/anteontem e constatando com muita alegria o crescimento consistente e sustentável da pré-candidatura do @rubenspereirajr a prefeito de São Luís. Quanto mais a população conhece, mais gosta, aplaude, declara voto e se engaja. Venceremos!”, concluiu.

Veja Agora: Ex-vereador Carioca do povo recebe alta após princípio de infarto

O ex-vereador por São Luís Paulo Roberto Pinto Oliveira, ‘O Carioca do povo’ , recebeu alta na manhã desta sexta-feira (3).

Carioca estava internado desde o dia 28 de junho no hospital São Domingos, em São Luís, após sofrer um princípio de infarto.

Ao deixar o hospital, o ex-vereador gravou um vídeo para agradecer todos os profissionais de saúde e ao povo do Maranhão.

Veja abaixo:

 

Covid-19: Brasil ultrapassa 40 mil mortes e 800 mil casos

Ministério da Saúde registrou, nas últimas 24 horas, 1.239 óbitos e 30.412 novos casos

A nova atualização feita pelo Ministério da Saúde  quinta-feira (11/6), mostra que o Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 1.239 mortes e 30.412 novos casos de covid-19. É o terceiro dia consecutivo que o país registra mais de mil mortes em decorrência do novo coronavírus e mais de 30 mil casos da doença. Com isso, o Brasil acumula 40.919 óbitos e 802.828 pacientes diagnosticados. Atualmente, é o país com maior aumento diário da doença, tanto em confirmações de casos quanto de mortes.

O alto  aumento diário coloca o Brasil cada vez mais perto de se tornar o segundo do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus. Com faixa de 1,2 mil óbitos diários, a previsão é que ainda nesta sexta-feira (12/6), os números brasileiros superem os do Reino Unido, que, hoje, acumula 41.364 fatalidades, segundo o levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins. Na frente do ranking continua os Estados Unidos, com 113.561 mortes.

Somente em São Paulo foram contabilizados 10.145 óbitos e, sozinho, já tem mais que o dobro de fatalidades da China, país onde se originou a doença e que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), soma 4.634 mortes. Nas últimas 24 horas, o estado brasileiro teve mais 283 óbitos e 6.204 novos casos, chegando a 162.520 infectados.

O Rio de Janeiro e Ceará também bateram, sozinhos, o total de chineses mortos pela covid-19. O estado fluminense registrou 225 novos óbitos, totalizando 7.363. No Rio, há ainda 75.775 casos confirmados. Já o Ceará reportou mais 183 perdas, somando 4.663. Outros cinco estados já ultrapassaram a barreira das mil mortes. A Bahia passou a marca nesta quinta e confirmou 1.013 mortes pela covid-19. Pará (4.030), Pernambuco (3.633), Amazonas (2.400), Maranhão (1.360) já haviam superado a barreira anteriormente.

O Ministério da Saúde divulgou ainda o número de pacientes recuperados da covid-19. Foram liberados 345.595 do total de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus. Isso representa 43% das pessoas que tiveram a doença. Outras 416.314 pessoas, 52% do total, continuam em acompanhamento. Já os brasileiros que não resistiram representa 5% desse montante.

Com Informações: Do Correio Braziliense 

Veja Agora, Aulas presenciais poderão ser retomadas a partir do dia 1º de julho

Em coletiva nesta segunda-feira (8), o governador Flávio Dino divulgou nova previsão para retomada das aulas presenciais nas escolas. “Isso não significa dizer que as aulas começarão necessariamente no dia 1º de julho. Essa é apenas uma previsão já que depende da pactuação de calendários de cada rede de ensino e dos dados epidemiológicos semanais”, disse o governador Flávio Dino.

A ideia é que as aulas presenciais sejam retomadas aos poucos, de acordo com os índices epidemiológicos, visando a segurança e bem-estar de toda a comunidade escolar. O comércio retoma suas atividades gradativamente nas cidades que integram a Ilha de São Luís. Os estabelecimentos comerciais autorizados para reabrir devem continuar seguindo os protocolos sanitários para proteção e saúde da população maranhense.

Testagem

Na coletiva, o governador Flávio Dino anunciou que serão adquiridos 100 mil novos testes para o coronavírus. Além desses, 70 mil testes começarão a ser utilizados essa semana nas unidades de saúde. Até agora foram realizados mais de 80 mil testes no Maranhão, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde.

Além da ampla testagem, o Executivo Estadual ampliou de 232 para 1710 os leitos destinados exclusivamente ao coronavírus na rede estadual de saúde. “É a primeira vez que o Maranhão conta com uma ampla rede de saúde descentralizada. Esses investimentos já estavam em curso nos últimos anos e foi agora ainda mais intensificado nesse período. Essa ampliação fica como um legado após o fim da pandemia”, assegurou o governador.

Rede ambulatorial

Com o objetivo de apoiar os municípios, o Governo do Estado entregou ambulatórios exclusivos em algumas regiões do Maranhão para ampliar, além das unidades básicas de saúde municipais, a estrutura de consultas, distribuição de medicamentos e assistência à população. Levando em conta critérios epidemiológicos, foram entregues ambulatórios em Santa Inês, São Luís, Imperatriz, Barreirinhas, Pinheiro, Chapadinha, Presidente Dutra, Carutapera e Lago dos Rodrigues.

“A ideia é manter a presença do Governo em todos os quadrantes do Maranhão, a partir de um planejamento eficiente, garantindo que as regiões onde há menor demanda apoiem as regiões com maior demanda”, disse o governador. Como suporte aos municípios, o Governo do Estado conta ainda com 1 UTI aérea e com mais 2 que podem ser contratadas de acordo a demanda do dia. Além das UTIs aéreas, o Executivo Estadual possui 17 ambulâncias com UTI móveis que deslocam pacientes entre as cidades no Maranhão

Veja Agora, o que começa a funcionar a partir de Segunda-feira (01/06)

O Governador Flávio Dino anunciou hoje (29), durante entrevista coletiva, a reabertura de algumas atividades econômicas a partir de segunda-feira, Flávio (PCdoB) destacou que o novo decreto disciplinando o tema traz informações sobre outras áreas, cuja flexibilização começará apenas na segunda quinzena de junho.

Veja abaixo

15 de junho – Demais lojas de rua, tais como sapatarias, lojas de roupas, presentes e congêneres; Lojas situadas em shopping, exceto praças de alimentação, cinemas, áreas infantis, restaurantes e a realização de eventos.

22 de junho – Academias de ginástica e esporte.

28 de junho – Bares, restaurantes e praças de alimentação dos shopping.

01 de Junho – Segunda feira

I. Atividades agrossilvipastoris e agroindustriais II. Hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, padarias, quitandas, centros de abastecimento de alimentos e mercados públicos, lojas de conveniência, de água mineral e de alimentos para animais; III. Bancos, casas lotéricas e atividades de seguros; IV. Construção civil e lojas para o fornecimento exclusivo de materiais de construção; V. Indústrias VI. Serviços de manutenção de energia elétrica, tratamento de água e esgotamento sanitário; VII. Serviços da atenção básica de saúde, urgências e emergências; VIII. Clínicas médicas, odontológicas e de exames da rede privada; IX. Serviços de telecomunicação; X. Comunicação e imprensa; XI. Serviços de transporte; XII. Serviço de correios; XIII. Serviços de contabilidade e advocacia; XIV. Farmácias e drogarias; XV. Fabricação, montagem e distribuição de materiais clínicos e hospitalares; XVI. Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados; XVII. Distribuidoras de gás; XVIII. Oficinas mecânicas, borracharias e lojas de vendas de peças; XIX. Restaurantes em pontos ou postos de paradas nas rodovias; XX. Serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados, tais como gestão, desenvolvimento, suporte e manutenção de hardware, software, hospedagem e conectividade; XXI. Serviços funerários e relacionados; XXII. Serviços educacionais por meio remoto; XXIII. Bares e restaurantes para serviços de venda remota, podendo o produto ser retirado no estabelecimento, mas vedado o consumo no local; XXIV. Serviços de desinsetização; XXV. Serviços laboratoriais das áreas da saúde; XXVI. Serviços de engenharia; XXVII. Comércio de móveis e variedades para o lar (exceto situados em shoppings e galerias fechadas), livros, papelaria, discos, revistas e floricultura; XXVIII. Serviços de fisioterapia, com atendimentos individualizados e com hora marcada; XXVIX. Serviços de informática e venda de celulares e eletrônicos; XXX. Serviços de Administração de imóveis e locações;XXXI. Comércio de óculos em geral; XXXII. Serviços administrativos e de escritório; XXXIII. Serviços de formação de condutores; XXXIV. Demais serviços prestados por profissionais liberais; XXXV. Hotéis e similares; XXXVI. Salões de beleza, cabeleireiro e barbearia.

Veja aqui o decreto na íntegra.

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Veja Agora, Testes com Cloroquina são suspensos por aumento de risco de morte

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira, 25, que um grupo da entidade determinou que seja paralisado um estudo sobre o uso da hidroxicloroquina para pacientes com coronavírus. Segundo ele, haverá agora uma avaliação sobre o medicamento, para se decidir se esses estudos serão retomados ou devem ser interrompidos de modo permanente.

Ghebreyesus destacou em entrevista coletiva virtual da OMS um estudo publicado na sexta-feira pela revista científica The Lancet.

A publicação britânica mostrou em um levantamento que pacientes com coronavírus que tomavam cloroquina e hidroxicloroquina tinham taxas de mortalidade superiores às de outros grupos, no mais recente estudo a contestar os eventuais benefícios desses medicamentos contra a covid-19, com o agravante de que eles podem causar problemas cardíacos em parte dos pacientes.

“O Grupo Executivo (da OMS) implementou uma pausa temporária no braço com hidroxicloroquina dentro do Solidarity Trial, enquanto os dados são revisados pelo Conselho de Monitoramento da Segurança dos Dados”, informou Ghebreyesus.

A OMS conduz atualmente esse Solidarity Trial com parceiros em vários países, a fim de testar medicamentos contra o novo coronavírus. O diretor-geral garantiu que a OMS “continua a atuar agressivamente em pesquisa e tratamento” contra a doença.

Ghebreyesus comentou que uma revisão considerará os dados coletados até agora no Solidarity Trial e, com os dados disponíveis, “avaliar de modo adequado os potenciais benefícios e problemas desse medicamento”.

Diretora-geral para Programas da OMS, Soumya Swaminathan também tratou do assunto.

Ela disse que a OMS pode ainda recomendar o medicamento, caso ele se mostre eficiente e reduza o tempo de internações, sem elevar riscos.

Agora, porém, afirmou ser necessário que o conselho da OMS avalie os dados já disponíveis e revise a decisão sobre a hidroxicloroquina. Um novo posicionamento sobre o medicamento deve vir a público “dentro de uma ou até duas semanas”, informou.

Diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde, Mike Ryan disse que “se não houver problemas, podemos voltar a usá-la” contra a covid-19.

Segundo ele, a interrupção dos testes é um procedimento padrão, nesses casos.

Fonte: Noticias ao minuto