A gestão do prefeito Magno, em Guimarães, volta a ser alvo de questionamentos após a celebração de cinco contratos com o Instituto Viver, sediado na Avenida Aririzal, nº 39, sala 15, no bairro Turu, em São Luís. Os contratos, firmados para serviços de terceirização de mão de obra, somam mais de R$ 6 milhões.
A movimentação milionária levanta dúvidas quanto à lisura do processo e à real necessidade de terceirização em larga escala, justamente em um momento em que Guimarães enfrenta sérias dificuldades estruturais e administrativas. A população tem reclamado do sucateamento dos serviços básicos, como saúde, infraestrutura e educação, enquanto cifras elevadas são destinadas a contratos pouco transparentes.
O Instituto Viver, embora formalmente registrado, não possui histórico amplamente conhecido de atuação no município, o que intensifica os questionamentos sobre os critérios adotados pela gestão de Magno na escolha da entidade. Até o momento, a prefeitura não apresentou detalhes que justifiquem os altos valores contratados ou esclarecimentos sobre a execução dos serviços previstos.
Diante do cenário, lideranças locais e moradores cobram explicações e maior rigor na fiscalização dos gastos públicos, alertando para o risco de favorecimentos e desperdício de recursos em meio ao colapso que assola Guimarães.






