Em discurso, o prefeito ressaltou a importância da interlocução do Executivo com a Câmara Municipal para que os dois possam trabalhar em harmonia em prol dos interesses da população rosariense.
O prefeito Jonas Magno (PDT) participou da sessão solene de abertura do segundo semestre de trabalhos legislativos da Câmara Municipal de Rosário, nesta segunda-feira (11/8). Na ocasião, ele apresentou balanço de ações da sua administração, que já está próxima de atingir 50% das metas estabelecidas pelo plano de governo, mesmo com 16% do exercício do mandato.
“Hoje, na retomada dos trabalhos da Câmara Municipal, aproveito para anunciar algumas metas e prestar contas das ações governamentais realizadas ao longo desses oito meses, onde demonstramos que, com 16% do exercício do nosso mandato, já fizemos grandes feitos aqui em Rosário”, frisou.
A sessão solene foi comandada pelo presidente da Casa, vereador Rachid Sauaia, e contou com a presença de diversas autoridades representantes dos dois poderes, entre elas secretários, diretores de órgãos e parlamentares.
Em seu discurso, Jonas ressaltou a importância da interlocução do Executivo com a Câmara Municipal para que os dois possam trabalhar em harmonia em prol dos interesses da população rosariense.
“É importante para mim listar tudo o que já foi feito no município durante nosso breve tempo de governo. Nunca priorizei meus interesses pessoais em detrimento da administração. Estou sempre pensando no bem coletivo, no progresso e na reconstrução. A Prefeitura Municipal de Rosário defende sempre a união entre nossos poderes, mantendo a independência e a harmonia”, completou.
O chefe do executivo rosariense fez um breve resumo dos progressos alcançados em áreas essenciais da administração, como saúde, educação e infraestrutura, mostrando que é possível fazer quando se tem honestidade, compromisso e integridade.
“É exatamente isso que estamos realizando na Prefeitura Municipal de Rosário: evidenciando que, atualmente, os recursos públicos são empregados em prol de todos, e não apenas de uma família. Anteriormente, constatamos que os fundos públicos eram utilizados para adquirir porcelanato, mansões luxuosas ou veículos importados”, concluiu.


