Waldir Maranhão
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Waldir Maranhão vai ser expulso do Partido Progressista

Dino e Waldir

O presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (MA), suspeito em receber PROPINA na Operação Lava-Jato e Operação Miqueias, foi notificado, ontem (4), pelo Partido Progressista sobre seu processo de EXPULSÃO do partido, depois de ter votado contra o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, desobedecendo a determinação da sigla, que havia fechado questão a favor do afastamento.

Maranhão não esperava que o PP fosse levar adiante a expulsão dele, já que o parlamentar voltou atrás na decisão de anular a sessão que aprovou o processo de impeachment, porém, na semana passada, o deputado voltou a contrariar o partido ao se encontrar com o ex-presidente Lula para falar sobre assuntos da Câmara.

Com informações do Blog do Camarotti

 

Edmar Cutrim sabia da nomeação do filho de Waldir Maranhão

Médico que mora em São Paulo, Thiago Augusto Maranhão recebia R$ 7,5 mil do tribunal maranhense

Edmar-Cutrim

O médico Thiago Augusto Maranhão Cardoso, filho do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), recebeu mais de R$ 235 mil como assessor de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), mesmo sem dar expediente.

Ele foi exonerado ontem, a pedido do próprio conselheiro, que o nomeou em seu gabinete no dia 1º de novembro de 2013, apesar de trabalhar em São Paulo, onde também cursava uma pós-graduação.

Nem Thiago Maranhão nem o pai dele se pronunciaram sobre o caso. Em reportagem de O Estado, a partir de dados disponíveis em fontes abertas e no Portal da Transparência da Corte de Contas, mostra que o filho do presidente em exercício da Câmara passou pelo menos dois anos e meio lotado num cargo identificado como TC-04 no TCE.

O salário mensal bruto era de R$ 7,5 mil, complementado com um auxílio-alimentação de R$ 575,00 – depois reajustado para R$ 800, em março de 2014. Houve ainda, nos anos de 2014 e de 2015, sempre no mês de junho, recebimentos de R$ 3,75 mil. O pagamento foi identificado como “Outros”, mas deve se referir à metade do 13º salário.

Não há valores registrados para os meses de abril de 2015 e de 2016. Do levantamento não constam, também, os totais recebidos em novembro e dezembro de 2013, porque o Portal da Transparência só permite consultas a partir de janeiro de 2014.

O Diário Oficial do TCE mostra, ainda, que antes da nomeação no cargo, Thiago Maranhão já ocupava um de simbologia DANS-I, também de assessor de conselheiro. Também não há no Portal da Transparência dados sobre os pagamentos por esse cargo.

Vídeo: Delatora faz grave acusação contra Waldir Maranhão

Waldir Loira

Uma longa investigação de Roberto Cabrini, do SBT, revelou como funcionou o esquema de propinas que envolve políticos dos mais variados escalões.

O deputado federal Waldir Maranhão (PP), agora presidente em exercício da Câmara dos Deputados é um dos denunciados pela modelo Luciane Lauzimar Hoepers, ex-namorada do doleiro Fayed Traboulsi que participou da organização criminosa quebra o silêncio. Ela aponta diretamente Waldir, como recebedor de propina no esquema da operação Miquéias e Lava-jato.

Encontros secretos, escutas telefônicas, acertos fraudulentos, subornos, pagamentos, cofres públicos lesados…

Tudo isso no documentário “Brasília, lado B”. Veja o vídeo:

Waldir Maranhão cai em 2 semanas

waldir-maranhao

Com o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por unanimidade pelo STF, ontem (5), por decisão acertada do Ministro Teori Zavarscki, quem assume a cadeira da Presidência é Waldir Maranhão. Entre os deputados existe quase uma unanimidade de que a situação de Cunha se tornará insustentável, e ele perderá o mandato.

Um problema estratosférico é que os deputados da mesa diretora que estão na linha sucessória de Cunha também enfrentam problemas: 8 dos 11 integrantes respondem a processos ou têm condenações na Justiça.

Caso ocorra o afastamento do peemedebista da presidência da Casa, o 1o vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA) assume interinamente o cargo, com a missão de convocar novas eleições no prazo de cinco sessões. O parlamentar do PP é INVESTIGADO NA OPERAÇÃO LAVA-JATO. Ele foi citado pelo doleiro e delator do esquema Alberto Youssef como sendo o receptor de pagamentos mensais que variavam de 30.000 a 150.000 reais. Além disso, ele também responde a dois outros processos no Supremo Tribunal Federal, por lavagem de dinheiro ou ocultação de bens.

Em reportagem do programa Conexão Repórter, do SBT, o jornalista Roberto Cabrini, exibiu uma longa investigação sobre o esquema de propinas que envolve políticos dos mais variados escalões. Entre os denunciados, no bojo da OPERAÇÃO MIQUÉIAS, foi citado o deputado federal e vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA).

O nome do deputado maranhense foi revelado como cabeça do esquema de fraude em fundos de pensões municipais, pela modelo Luciane Hoepers, ex-namorada do doleiro Fayed Traboulsi e ‘aliciadora’ de prefeitos.

Portanto, é esperar duas semanas para Waldir Maranhão estar no olho do furacão, até pior do que Eduardo Cunha. Se for inteligente e tiver um mínimo discernimento, que no caso parece não ter, pode pedir afastamento enquanto é tempo, do contrário, sangrará no cargo da presidência da Câmara do Deputados e não perdurará 15 dias.