Após mais de 14 anos sob o comando da família Martins, o município de Bequimão volta ao centro das críticas. O motivo foi uma nota publicada pelo prefeito Zé Martins, mais conhecido como Pinóquio , na qual ele admite dificuldades financeiras e alerta para o risco de atraso no pagamento de servidores.

A justificativa apresentada, no entanto, gerou forte reação da população. Segundo o prefeito, parte dos problemas seria herança de gestões anteriores a 2013. O argumento não convenceu e levantou diversas dúvidas: depois de tanto tempo à frente da prefeitura, ainda é possível atribuir a crise ao passado?
Outro ponto que chamou atenção foi a menção aos precatórios como fator que pode impactar áreas essenciais, como a educação. A declaração aumentou a preocupação, especialmente diante das regras que regem os recursos públicos destinados ao setor.

O Fundeb, por exemplo, possui aplicação obrigatória e não pode ser utilizado livremente. Dados recentes apontam que Bequimão recebeu mais de R$ 7,6 milhões entre janeiro e março de 2026. Pela legislação, cerca de 30% desse valor deve ser investido na melhoria da estrutura educacional, o que representaria mais de R$ 2 milhões.
Diante disso, cresce a cobrança por transparência na aplicação dos recursos. A população quer saber onde estão os investimentos e quais resultados foram entregues.
A crise exposta pela própria gestão levanta um debate direto: o problema é realmente herança de administrações passadas ou reflexo da condução atual?
Com salários ameaçados, pressão popular crescente e dúvidas sobre a aplicação de recursos, a gestão da família Martins enfrenta um dos momentos mais delicados de sua trajetória em Bequimão.
Via: São Luís notícias













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