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Farra do Fundeb: Conselho volta a suspender contas da Educação em Olinda Nova por irregularidades graves

Prefeito Valdenir Diniz e Super-Secretário Luís Carlos

A gestão do prefeito Valdenir Diniz, em Olinda Nova do Maranhão, volta a ser alvo de sérias denúncias de irregularidades envolvendo os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Pela segunda vez consecutiva, o Conselho Municipal do Fundeb decidiu suspender a análise da prestação de contas, após identificar diversas anomalias nas folhas de pagamento e em contratos questionáveis com empresas privadas.

🚨 Irregularidades apontadas

De acordo com informações levantadas durante a reunião do Conselho, realizada na manhã do dia 7 de outubro, foram detectados pagamentos a empresas que não poderiam ser remuneradas com recursos do Fundeb, como a ECR Assessoria e Consultoria, responsável pela contabilidade da prefeitura.

Além disso, há registros de repasses vultosos à E. Soares Pereira, fornecedora de móveis e cadeiras escolares, e à Canorte Construções, que já teria recebido mais de R$ 700 mil em contratos de reformas de escolas, embora boa parte das unidades continue sem pintura ou melhorias estruturais.

💰 Falta de transparência e “mão de ferro” na gestão

A situação ganha contornos ainda mais graves diante das declarações de  secretários e  ex-secretários municipais, como Riba e Conceição Cutrim, que admitiram publicamente que não possuem autonomia para gerenciar as folhas de pagamentoou acompanhar os gastos de suas respectivas pastas.

Segundo ambos, todas as decisões financeiras estariam centralizadas nas mãos do secretário de Administração, Luís Carlos, apontado como o verdadeiro ordenador de despesas do Fundeb. Os extratos bancários confirmariam essa informação.

⚠️ Conselho em alerta e servidores silenciados

Mesmo reconhecendo “aberrações” e inconsistências graves nas contas, o Conselho do Fundeb não reprovou formalmente as prestações, optando por conceder novo prazo para explicações da gestão municipal. A atitude tem gerado revolta entre professores e servidores da educação, que questionam a falta de firmeza e de transparência dos conselheiros.

Outra crítica recorrente é o silêncio do sindicato dos servidores da educação, que até o momento não se manifestou oficialmente sobre o caso, apesar da gravidade das denúncias.

📆 Prestação de contas ainda sem aprovação

O fato é que, já em outubro de 2025, nenhuma prestação de contas do Fundeb de Olinda Nova foi aprovada até o momento — um cenário que acende o alerta sobre a má gestão dos recursos públicos destinados à educação e reforça os questionamentos sobre o verdadeiro destino do dinheiro que deveria estar garantindo melhorias nas escolas do município.

“O Conselho parece querer ganhar tempo para tentar explicar o inexplicável”, resumem membros da comunidade educacional de Olinda Nova, indignados com o que chamam de “farra do Fundeb”.

Disputa por honorários trava repasse de R$ 30 milhões a professores de Rosário

Foto Reprodução

Os professores da rede municipal de Rosário que já faziam planos para o dinheiro dos precatórios, referente à correção de valores do antigo Fundo de Desesenvolvimento da Edcuação Fundamental (Fundef) vão ter que esperar mais algum tempo.

Segundo as informações, uma ação movida por um dos advogados de um dos processos na Justiça, teria atrasado o pagamento dos valores aos educadores rosarienses. Esse ato foi lamentavelmente celebrado pela oposição.

O que aconteceu?

De 2000 a 2006, o Governo Federal transferiu menos recursos do Fundef [hoje Fundeb] para o município, resultando em perdas na educação rosariense. Posteriormente, os municípios recorreram à Justiça e venceram o processo contra a União. Em Rosário, tanto a gestão do ex-prefeito Ivaldo quanto o Sindicato dos Professores ajuizaram uma ação em 2005.

Em seguida, a ex-prefeita Irlahi Linhares ajuizou outra ação em 2014, por meio do advogado Sylvio. Dessa forma, duas ações do mesmo caso começaram a ser processadas no sistema judicial.

Após uma década em tramitação, a justiça proferiu uma decisão sobre a primeira ação, condenando a União a pagar R$ 30 milhões de reais ao município rosariense, a título de perdas durante o período.

Prefeitura vai recorrer

Contudo, o advogado da segunda ação, de Irlahi, recorreu ao judiciário pedindo o pagamento de 20%. Por conta disso, a Justiça suspendeu o pagamento por 60 dias para reavaliar os direitos do Dr. Sylvio. No entanto, a prefeitura optou por recorrer, argumentando que o advogado não está relacionado à decisão da primeira ação, movida em 2005.

Veja Agora: O blefe de Hilton Gonçalo sobre o Senado

Hilton Gonçalo

Não é difícil encarar a nova promessa de candidatura ao Senado feita por Hilton Gonçalo como mais um blefe político do ex-prefeito de Santa Rita. Embora ele já tenha acumulado mandatos municipais e figure como liderança local, os números reais – sem maquiagens eleitorais – indicam que ele carece de estrutura estadual e apelo para brigar por uma vaga no Senado. Além disso, pesa contra ele a conta de investigações por possível enriquecimento ilícito, tema que seus adversários certamente explorarão durante a campanha. Mesmo o atual apoio formalizado por lideranças como Cléber Verde em São Luís não demonstra força suficiente para compensar fragilidades como falta de capilaridade política em regiões-chave do Maranhão e imagem já desgastada perante quem observa atentamente o cenário.

É nesse contexto que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, precisa medir bem os riscos antes de se comprometer com esse tipo de “aliança de ocasião”. Apoiar uma candidatura de fachada, construída mais para barganha do que por convicção, poderia trazer desgaste político para Braide – afinal, sua carreira mira projetos bem maiores no estado.

Embora pesquisas pontuem que Hilton Gonçalo lidera intenções de voto com o apoio de Braide, isso parece mais reflexo de um cenário hipotético do que de uma base eleitoral consolidada. No fim das contas, quem apostar no blefe corre o risco de entrar no blefe dos outros, e Braide, em especial, não pode se dar ao luxo de embarcar numa aposta tão incerta.

Por: Kiel Martins

Crise e suspeitas na Educação: secretário Alexandre Costa pede exoneração em meio a denúncias de corrupção em Arari

Alexandre Costa

A cidade de Arari vive um novo capítulo de crise política e administrativa. Em meio a escândalos e fortes indícios de corrupção, o secretário municipal de Educação e vereador licenciado Alexandre Costa (PRD) encaminhou à prefeita Maria Alves seu pedido de exoneração do cargo.

De acordo com informações de bastidores, a decisão teria sido motivada pela iminência de uma “bomba” políticaenvolvendo suspeitas de um grande laboratório de corrupção dentro da Secretaria de Educação. A situação promete se agravar, com novas denúncias e documentos que podem vir à tona nos próximos dias.

Efeito dominó na política arariense

Com o pedido de exoneração, Alexandre Costa deve reassumir sua cadeira na Câmara Municipal de Arari, retornando às atividades legislativas após um período à frente da Educação. Além disso, ele também deixará a vice-presidência do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), cargo que ocupava como representante da gestão.

A saída do agora ex-secretário gera ainda um efeito político imediato: a vereadora Marise Alves, primeira suplente do PRD, perderá o mandato, uma vez que Alexandre Costa voltará à Câmara.

Gestão Maria Alves sob pressão

O episódio amplia o desgaste da gestão da prefeita Maria Alves, conhecida popularmente como “Simplesmente Maria”. A gestora passa a ser cobrada por falta de controle e transparência na condução da Secretaria de Educação, uma das pastas mais importantes e que concentra grandes volumes de recursos públicos.

Tanto a prefeita quanto o ex-secretário têm muito a explicar à população e aos órgãos de fiscalização, já que as denúncias apontam para irregularidades graves em contratos e aplicação de verbas públicas.

A crise interna sinaliza um momento delicado para o governo municipal de Arari, que enfrenta instabilidade políticae crescente insatisfação popular.

Nos próximos capítulos, o blog acompanhará o desenrolar do caso e trará novas informações sobre os bastidores e as possíveis investigações relacionadas à pasta da Educação.

Veja Agora: Dr. Joel destaca união da Câmara para construção do Hospital de Pediatria Oncológica do MA

Dr. Joel

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (8), o vereador Dr. Joel (PSD) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de São Luís para manifestar apoio à construção do Hospital de Pediatria Oncológica do Maranhão, projeto apresentado pelo vice-presidente da Fundação Antônio Dino, Antônio Dino Tavares, momentos antes do início da reunião. O hospital será o primeiro centro especializado no tratamento do câncer em crianças e adolescentes do estado.

O parlamentar destacou o papel do colega Kléber Verde Filho (MDB), que convidou Antônio Dino para apresentar o projeto e conclamou todos os 31 vereadores a destinar emendas parlamentares à Fundação. “Esse Parlamento, muitas vezes carece de discussões que tragam impacto real na vida das pessoas. Essa pauta é uma oportunidade de fazermos a diferença”, afirmou Dr. Joel.

Segundo o vereador, 12 parlamentares já garantiram cerca de R$ 7,5 milhões em emendas para a obra, o que representa quase metade do valor necessário para a construção do hospital, estimado em R$ 20 milhões. “Certamente chegaremos a um valor próximo aos R$ 10 milhões. Fica aqui um desafio do bem à Assembleia Legislativa do Maranhão: que garanta a outra metade dos recursos para tornar esse sonho realidade”, declarou.

Durante o discurso, a vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) e o vereador Marquinhos (União Brasil) anunciaram adesão ao grupo de parlamentares que vão destinar recursos ao projeto.

Dr. Joel também aproveitou a fala para prestar solidariedade à vereadora Rosana da Saúde, alvo recente de acusações nas redes sociais sobre as quais não foram apresentadas provas (veja nota de repúdio da Câmara Municipal de São Luís). “Saiba que a senhora tem de nós o respeito, a admiração e a gratidão de poder compartilhar o dia a dia da Câmara. Sempre foi uma parlamentar atuante e comprometida com o povo de São Luís”, ressaltou o vereador.

Após ações de vereador, prefeito suspende licitações

Dr. Júnior Castro

Após o vereador de Vargem Grande, Dr. Júnior Castro (Republicanos) ajuizar três Ações Populares no Judiciário, pedindo a anulação de contratos milionários sob suspeita, a gestão do prefeito Raimundo Nonato Rodrigues da Costa, conhecido como Preto (PP), decidiu suspender três dos quatro processos licitatórios que estavam em andamento, conforme extratos publicados no Diário Oficial do Município (DOM).

Segundo o blog apurou, a revogação atinge a licitação de R$ 50 milhões para pavimentação, a de R$ 20 milhões para recuperação de estradas rurais e a de R$ 10 milhões para aquisição de material de limpeza.

Dentre as contratações de alto valor, a única licitação mantida foi a locação de máquinas pesadas, caminhões basculantes e outros equipamentos necessários para a manutenção de estradas e serviços afins, no valor de R$ 13,1 milhões.

Ao falar sobre os fatos que motivaram a denúncia, Dr. Júnior Castro declarou que as contratações poderiam resultar em um prejuízo para os cofres públicos, uma vez que os contratos previam a prorrogação.

Segundo o parlamentar, o objetivo de entrar com ações populares na Justiça foi justamente esclarecer todo o processo licitatório e prevenir perdas financeiras significativas aos cofres municipais.

“Eu, como fiscalizador do Executivo, fiz a minha parte de apontar as irregularidades nos procedimentos licitatórios, que agora estão revogados. Afinal, o dinheiro do contribuinte é sagrado e deve ser tratado com zelo e transparência”, frisou.

PP afasta André Fufuca após afirmar permanência no governo

O Partido Progressistas (PP) anunciou nesta quarta-feira (8) o afastamento do ministro do Esporte, André Fufuca (PP-MA), da vice-presidência nacional do partido e de todas as decisões partidárias, após ele declarar a permanência no governo Lula (PT).A sigla declarou que líderes que ocupassem cargo no governo Lula (PT) haveriam de sair. Em nota assinada, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), determina também a intervenção no diretório do Maranhão, retirando Fufuca do comando da sigla no estado.

O Progressistas comunica que, diante da decisão de desobedecer a orientação da Executiva nacional do partido e permanecer no Ministério do Esporte, o ministro André Fufuca fica, a partir de agora, afastado de todas as decisões partidárias, bem como da vice-presidência nacional do partido”, diz o partido em nota.

No início de setembro, o PP deu um prazo de 30 dias para que o ministro do Esporte deixasse o governo federal. Posteriormente, este período foi estendido até o último domingo (5). No entanto, durante agenda no Maranhão ao lado de Lula, o ministro reafirmou seu apoio ao petista e desafiou a pressão do PP.

Vídeo expõe Crise Interna e Abala a Gestão de Filipe Marreca em Itapecuru-Mirim

O clima político esquentou de vez nos bastidores da administração do prefeito Filipe Marreca, em Itapecuru-Mirim. O que antes parecia um governo coeso, agora dá sinais claros de desgaste interno, com conflitos e trocas de ofensas entre membros do próprio grupo governista.

Veja o Vídeo:

Durante uma sessão na Câmara Municipal, o vereador Carlos Júnior subiu à tribuna para defender o colega vereador Franca, após um episódio considerado ofensivo ocorrido no povoado Entroncamento, onde Franca reside. Segundo o parlamentar, o subprefeito Adailton Verde teria proferido palavras de baixo calão contra o vereador, dizendo que “vereador é um merda, um bosta e não serve pra nada”.

A declaração, amplamente comentada nos corredores políticos da cidade, caiu como uma bomba dentro da gestão. O caso ganhou repercussão e expôs uma fissura preocupante na base de apoio do prefeito, que até o momento não se manifestou publicamente sobre o episódio.

Sem uma oposição organizada no momento, o governo Marreca enfrenta crises que surgem de dentro do próprio grupo, alimentando o descontentamento e abrindo espaço para o fortalecimento de insatisfações políticas e pessoais.

A população, que acompanha de perto os rumos da administração, observa com apreensão o clima de instabilidade que se instala entre aliados. A falta de harmonia entre vereadores e representantes da gestão pode impactar diretamente a governabilidade e o andamento de projetos importantes para o município.

Enquanto isso, cresce a expectativa sobre qual será a postura do prefeito Filipe Marreca diante da crise — se haverá reconciliação interna ou se o racha político se aprofundará, ampliando as tensões no alto escalão da administração municipal.