
Veja Agora os Vereadores que Votaram para manter pagamento de Salário mínimo a professores e Técnicos de enfermagem
Enquanto recebem mais de R$ 7 mil por mês e se reúnem apenas uma vez por semana, os vereadores da base aliada da prefeita de Arari, Simplesmente Maria, aprovaram nesta sexta-feira (4) uma decisão polêmica: manteram o veto da gestora que autoriza a contratação de professores recebendo apenas o salário mínimo.
A decisão foi tomada durante sessão da Câmara Municipal, mesmo após forte apelo da bancada de oposição. Os vereadores Aurinete Freitas, Marcelo Santana, Lucinha Brito e Pastorzinho tentaram derrubar o veto que impede o pagamento de salários dignos para professores e outras categorias essenciais do município. No entanto, os aliados da prefeita — Dedê Aboiador, Irmão Ozeias, Lea Lopes, Irmão Nelinho, Polota Mendes e Marise Alves — votaram pela manutenção do veto.
Durante a sessão, secretários e assessores da atual gestão defenderam a proposta, alegando que a derrubada dos vetos causaria aumento de despesas e possível corte de funcionários. A justificativa, no entanto, não convenceu os críticos da medida, que denunciam precarização do serviço público e desvalorização dos profissionais da educação.
Com a decisão, a prefeita Simplesmente Maria está autorizada a seguir com a contratação de cerca de 700 funcionários sem concurso público, incluindo aproximadamente 50 professores que receberão apenas o salário mínimo.
Além disso, os vereadores da base também mantiveram vetos que impedem o pagamento do piso salarial atualizado para técnicos de enfermagem, a inclusão de professores para a Educação de Jovens e Adultos, e a contratação adequada de profissionais de saúde para o Hospital Municipal, UBSs, Caps e CER.
A postura dos vereadores tem gerado indignação entre servidores e parte da população, que vêem uma incoerência gritante entre o alto salário dos parlamentares e a falta de valorização dos trabalhadores essenciais da cidade.












