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PREFEITURA PREPARA E QUALIFICA RIBAMARENSES PARA O MERCADO DE TRABALHO

A Prefeitura de São José de Ribamar está  realizando cursos profissionalizantes exclusivos para pessoas atendidas pelos Centros de Referências de Assistência Social (CRAS), vinculados à Secretaria Municipal de Assistência Social Trabalho e Renda. A ideia é reestruturar as famílias a partir do empreendedorismo, proporcionando autonomia independente dos benefícios da proteção social.

No CRAS da sede, as turmas contam com 20 horas aula, nos cursos de design de sobrancelhas, extensão de cílios e manicure e pedicure. Já no CRAS Rural, os cursos, também de 20 horas, são de cuidador de idoso e agente de portaria.

O planejamento dos cursos contou com a ajuda dos profissionais dos Centros de Referências e atende ao perfil de cada região. A ação vai oferecer às pessoas em situação de vulnerabilidade, que são acompanhadas pelo sistema de assistência social, oportunidade e garantia de direitos.

Para Thalia Mimi, que tem um pequeno salão de beleza no município, os cursos de extensão de cílios e design de sobrancelhas, garantem sua qualificação profissional e assim ela visa expandir o empreendimento. “Fiquei muito feliz com o curso, aprendi muitas técnicas novas. Agora, além de mais conhecimento, tenho certificados, que passam confiança ao cliente. A prefeitura está de parabéns pela iniciativa”.

Já a aluna Ananice Souza, moradora do Bom Jardim e aluna do curso de agente de portaria, que falou da importância dessa iniciativa, diz não ver a hora de colocar em prática o novo ofício.

“Agradeço à prefeitura de São José de Ribamar por ter me dado essa oportunidade. Agora me sinto qualificada para ingressar no mercado de trabalho, não vejo a hora de começar a trabalhar”, destacou Ananice.

ARAÇAGI, O CAJUEIRO DO PAPAGAIO

Por Antonio Noberto

Antônio Norberto

Não se destrói um povo enquanto não se extermina a sua cultura e o seu legado. Esta assertiva pode ser bem ilustrada na determinação do competente Secretário de estado do reino de Portugal, Sebastião José de Carvalho e Melo (1699 – 1782), o Marquês de Pombal, que na segunda metade dos anos mil e setecentos proibiu no Brasil o uso de qualquer outra língua que não o português. A decisão, aparentemente, era a pá de cal na língua nativa, a mais falada no Brasil à época. O que se viu depois foi a continuação da dizimação através da depreciação e aviltamento de vários termos indígenas, a exemplo de cunhã (que pode significar prostituta), curumim (moleque, pivete), pindaíba (pobreza extrema), pajelança (atitude destrambelhada), dentre outros, que foram e continuam sendo sistematicamente modificados com o objetivo principal de encobrir um passado virtuoso corrompendo a língua dos primeiros habitantes do Brasil. Soma-se a isto a cobiça de jogar no fosso os outros dois concorrentes do colonizador: o negro e, principalmente, o estrangeiro, primeiro a trazer a cultura escrita para a terra Papagalis, quando colocou no papel e imortalizou a língua, além de muito dos usos e costumes da população autóctone. E um dos termos desvirtuados é a palavra Araçagi, que representa uma das localidades mais antigas e importantes da Ilha de São Luís, habitada por franceses e tupinambás desde o final dos anos mil e quinhentos. O estudo desta simples palavra de origem tupi nos remete ao mundo mágico e de harmonia vivido pelos mais antigos moradores do lugar, que, mesmo em tempos tão remotos, produziam e exportavam riquezas do tipo urucum e açúcar para lugares bem distantes.

Não faz muito tempo que a quase totalidade dos maranhenses pronunciava errônea e grosseiramente “Campo de Perizes”, em referência aos dezenove quilômetros por onde passa a BR 135, na saída / entrada da Ilha de São Luís. A escrita e pronúncia corretas em tupi, ligeiramente aportuguesada, é Campo dos Peris ou Campo de Peris, vez que a palavra originária do tupi é “piri”, que representa o junco ou capim que cobre o lugar alagado. E nas oxítonas terminadas em “i” forma-se o plural acrescentando-se apenas o “s”. Importante destacar que muitas outras localidades e acidentes geográficos no Maranhão e Piauí também foram nomeados a partir da maciça presença deste capim, a exemplo de Peritoró, Piripiri, Peri Mirim e Pericumã. A recente divulgação da grafia correta permitiu que muita gente e a maior parte da mídia abandonasse a aberração “perizes” e adotasse a forma correta, convergindo, assim, para a máxima de que “Em São Luís se fala o melhor português do Brasil”.

Outro termo curioso que vale a pena se debruçar e buscar a raiz etimológica e a história do lugar é Araçagi, que em tempos muito iniciais era um “país a parte”, com porto, produção e vida própria, era também uma espécie de hiato ou meio caminho entre a desembocadura do “Rio Maranhão” – o Itapucuru, e a foz do rio Mearim. Nos primórdios do lugar, entre o final dos mil e quinhentos e início dos mil e seiscentos o Araçagi estava localizado entre duas fortalezas francesas existentes à época: o Forte Sardinha, situado na então Ilha do São Francisco, que guarnecia a entrada da Ilha e Miganville (atual Vinhais Velho) e o porto de Jeviré (na Ponta d’Areia). Este ancoradouro tinha caráter mais internacional, pois especializado em receber mercadorias dos portos franceses de Rouen, Dieppe, Saint-Malo, La Rochele e Havre de Grace, e as riquezas vindas da região amazônica e do rio Mearim, a exemplo do sal (de salinas, na Baixada). Este complexo ou reduto gaulês está descrito na tela “São Luís antes da fundação”, que compõe o acervo da exposição França Equinocial para sempre. A outra fortaleza era o Forte de Itapari, depois reformado em pedra por Daniel de la Touche, quando recebeu o nome de Le Fort de Caillou (o forte de pedra), que virou Caur e hoje é Caúra, em São José de Ribamar. Do pouco que é possível encontrar sobre o Araçagi nas literaturas em tão distante período, pode-se extrair que o lugar era dinâmico, produtor e bastante movimentado, com localização bem próxima à Ilha de Curupu e do porto, onde hoje está a imagem de São José. Neste ancoradouro da baía de Guaxenduba aconteciam muitas movimentações da produção que descia o rio Itapecuru ou da Ilha Grande pelos pequenos portos de Jussatuba, Quebra Pote, Arraial, etc. O Araçagi era, portanto, o elo entre os dois fortes e os dois maiores portos da Ilha Grande, e possuía o que seria o único engenho de açúcar de Upaon Açu, os demais estavam no rio Itapucuru Mirim.

Em vários textos, livros e mapas é possível encontrar o nome do lugar grafado de diferentes formas, a exemplo de araju, araçaju, arasaju, arasagi, arassagi, araçoagi, arassoagi e araçagy. Mas enfim, qual a grafia original e o significado da palavra Araçagi? Verificando mapas (ver detalhes dos mapas dos anos mil e seiscentos), livros e a própria história, chega-se ao termo original aracaju (ara = papagaio + caju), que em português quer dizer “cajueiro do papagaio”. É a mesma origem etimológica do nome da capital sergipana. As principais variações se dão pela troca do “c” pelo “s”, do “j” pelo “g” e do “u” pelo “i” (o “u” no francês pronuncia-se “i”), como acontece no nome do rio “ItapUcuru”, pronunciado “ItapIcuru”. Araçagi é, portanto, Aracaju, o cajueiro do papagaio.
Considerando que o termo Araçagi já é uma tradição oral e escrita do tupi aportuguesado, quem preza ou tem apreço pela cultura nativa deve, ao menos, escreve-la sempre com “i” no final, pois a grafia com “y” termina por tutelar e encobrir uma história antiga vivida por franceses e tupinambás que habitavam, comercializavam e viviam em paz no “país do Aracaju”, região da Ilha Grande que mais cresce nos últimos anos.

Por Antônio Norberto:

Membro-fundador da Academia Ludovicense de Letras (ALL), sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) e curador da “exposição França Equinocial para sempre”, em cartaz no Forte de Santo Antonio, no Espigão da Ponta d’Areia

Alô Ministério público e Polícia Federal : Em São João Batista, mulher usa filha para receber pela folha do FUNDEB

Uma mulher identificada por Cristiane Aragão, usa sua filha, a funcionária fantasma Crislaine Cristina Costa Pereira, para receber dinheiro da folha do FUNDEB. A portaria datada em 28 de janeiro de 2021, nomeia Crislaine Cristina para o cargo de assessor político e planejamento, lotada na Secretaria Municipal de Educação (Semed), de São João Batista.

Sua mãe, Cristiane Aragão, faz parte da equipe da Semed, mas não pode aparecer por trabalhar em vários locais. Recentemente, ela chegou em uma reunião com professores segurando uma mala, apresentando slides e afirmando que Prefeitura não teria como lhe pagar, pois a folha estava cheia, mas esqueceu de informar que sua filha é funcionária fantasma e vive de driblar órgãos da Receita Federal, dentre outros que fiscalizam acúmulo de cargos por possuir acordos ilegais com a Prefeitura de Mecinho.

Enquanto professores do município sofrem com o abandono da sua administração por não pagar o benefício do FUNDEB, um direito assegurado por lei, picaretas usufruem do recurso da forma mais criminosa, a mando de uma gestão incompetente e sem escrúpulos. Que os órgãos competentes tomem providências legais e deem uma lição bem dada em Mecinho, para que ele aprenda a respeitar os professores de São João Batista.

Campus da Uema de São Bento receberá o curso de Direito no segundo semestre

Prefeito Dino Penha (PL)

A partir do segundo semestre de 2022, a Universidade Estadual do Maranhão (Uema), vai oferecer o curso de Direito no Campus do município de São Bento, a novidade veio junto com o início das inscrições para o Processo Seletivo de acesso à Educação Superior (PAES 2022), que oferecerá 3.370 vagas e ocorrerá até o dia 4 de março. As cidades de Grajaú, Codó e São Luís também serão contempladas com novos cursos.

A ida do curso de Direito para São Bento é motivo de comemoração para o prefeito Dino Penha, que tanto lutou por sua implantação, assim como dedicou esforços para que o Campus fosse instalado município.

“Mais uma vitória para nossos estudantes, todo trabalho e empenho para que esse sonho fosse realizado valeu a pena. O Campus de São Bento terá o curso de Direito, o que vai garantir mais desenvolvimento para nossa cidade e região, estamos muito felizes”, ressaltou Dino Penha.

A diretora do Campus, Isabela de Lucena, destacou: “Com a inclusão do curso de Direito, temos a possibilidade de ampliar a visibilidade da nossa instituição. Temos certeza de que com cursos e programas que estamos proporcionando aos jovens dessa região, contribuiremos cada vez mais com o desenvolvimento social”, disse.

São José de Ribamar vai ganhar restaurante popular no bairro Alonso Costa

A Prefeitura de São José de Ribamar e o Governo do Estado entregarão mais um restaurante popular aos ribamarenses. O equipamento público está localizado na Rua São Sebastião, bairro Alonso Costa e vai beneficiar também moradores do Araçagy e Parque Araçagy.

A solenidade de inauguração do restaurante popular, mantido pelo Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura, será amanhã, 12 de fevereiro, às 11h.

O restaurante vai oferecer 500 refeições diárias, sendo 300 no almoço e 200 no jantar, custando apenas R$ 1.

Esse já é o segundo Restaurante Popular inaugurado no município. O primeiro, entregue no mês passado, fica no bairro Outeiro.

O restaurante faz parte de uma política de fortalecimento da segurança alimentar e nutricional da população em situação de vulnerabilidade social.

Local: Rua São Sebastião, nº 7, Bairro Alonso Costa / região Araçagy
Horário: 11h
Data:12 de fevereiro de 2022

São Bento: Copa Rural começa neste domingo (13)

A Copa Rural 2022, maior competição do município de São Bento, terá início neste domingo, dia 13, às 9hs, no povoado Belas Águas.

O evento tem apoio do secretário de Educação Felipe Camarão, que marcará presença no local, além de várias lideranças políticas do Maranhão. A organização do torneio é de Igor Paiva e Américo da Saúde.

O embaixador Vereador Marquinhos, recebe visita do presidente da Câmara Osmar Filho

Após passar por uma bem sucedida cirurgia de hérnia de disco cervical, o embaixador do Maranhão  vereador Marquinhos (Dem), como ficou conhecido carinhosamente após sua ascensão  nas urnas e um relevante  serviço social prestado ao povo, já está em casa e recebeu nesta quinta-feira (10), a visita do presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Osmar Filho (PDT).

Ambos aproveitaram o momento para falar sobre os projetos que tramitam pela Câmara e também sobre o progresso de São Luís.

“Agradeço ao nosso presidente pela visita, pela cordialidade e solidariedade, me sinto ótimo e pronto para novos desafios em nome da nossa população”, disse Marquinhos.

“Muito bom lhe vê  embaixador   recuperando-se bem, esperamos muito em breve recebê-lo na Casa do Povo meu amigo, para juntos  darmos  continuidade ao excelente trabalho que sempre realizou”, declarou Osmar Filho.