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Veja Agora!!!! Karol Conka sai com recorde de rejeição de toda história do BBB. Confira a lista

Sair de um reality show e descobrir que o Brasil nutre sentimentos pouco nobres sobre você deve ser amedrontador. Sair do confinamento e descobrir que influenciadores, cantores e jogadores de futebol fizeram parte de uma campanha para a sua eliminação mexe com o ego de qualquer um.

Nestas 21 edições, vilões ficaram marcados até mais que alguns vencedores do reality show. Seja por sua baixa popularidade, ou por enfrentarem o temido Paredão com a ‘pessoa errada’ na ‘hora errada’, esses participantes do ‘Big Brother Brasil’ ficaram marcados pela alta rejeição que deixaram a casa mais vigiada do Brasil. Confira:

10 – 90% – Ana Paula (BBB 18)

Ana Paula saiu do ‘BBB 18’ no início da competição, na 3ª semana. Ela obteve 89,95% dos votos para ser eliminada em um Paredão triplo contra Ana Clara e Ayrton (que competiam como um único participante, representando a ‘família Lima’), com 7,19% dos votos e Paula, com 2,96%.

9 – 91% – Airton (BBB 7)

Airton foi eliminado do ‘BBB 7’ no primeiro Paredão de sua edição, dois dias após a estreia, ao lado de Juliana. A dupla teve 56% dos votos diante de Allan Pierre e Flávia. Em nova votação com Juliana, desta vez para decidir quem voltaria à casa, Airton obteve 68% da preferência do público. Desta vez, ficou entre os cinco melhores colocados do programa, mas recebeu 91% dos votos para ser eliminado em um Paredão contra Diego Alemão, que seria campeão daquela edição.

8 –  92% – Rogério (BBB 5)

Rogério Padovan, conhecido como ‘Gê’, foi eliminado da casa do ‘BBB 5’ em confronto com Sammy, um dos finalistas do programa, recebendo 92% dos votos para sair – à época, um recorde de rejeição.

7 – 92% – Rafa (BBB 12)

O participante Rafa recebeu 92% dos votos em Paredão disputado contra Yuri no ‘BBB 12’.

6 – 92% – Nayara (BBB 18)

Acusada de ser “fofoqueira” por seus colegas de ‘BBB 18’, Nayara obteve 92,69% dos votos do público para ser eliminada diante de 4,03% de Mahmoud e 3,28% de Gleici, que viria a ser campeã, em um Paredão triplo.

5 – 93% – Felipe Cobra (BBB 7)

Felipe Cobra entrou na casa do ‘BBB 7’ de última hora, após a expulsão de Fernando Orozco, que tinha um “laço de parentesco ou amizade” com um alto funcionário da Globo por ser amigo de infância do filho de Willy Haas. Felipe Cobra enfrentou Alberto, o ‘Cowboy’, que posteriormente sairia do programa com 85% dos votos. Levou a pior com 93% da escolha do público para sair.

4 – 94% – Patrícia (BBB 18)

Patrícia é dona da 4ª maior rejeição da história do ‘BBB’. Seu amigo Diego teve apenas 3,3% dos votos para sair, enquanto Caruso teve 2,44%. Detalhe para o fato de que seus concorrentes estavam longe de ser ‘queridinhos’ do público: Diego foi eliminado na semana seguinte, com 81% dos votos, e Caruso na posterior, também com 81%.

3 – 95% – Aline (BBB 5)

À época com 19 anos de idade, Aline entrou na casa do ‘BBB 5’ após o afastamento de Marielza, que foi sorteada para participar do ‘Big Brother Brasil’, mas acabou tendo problemas de saúde no confinamento. Em seu paredão, Aline enfrentou Grazi Massafera, uma das favoritas do público, que chegaria à final, perdendo apenas para Jean Wyllys. Até 2020, sua votação continua sendo a maior rejeição da história dos Paredões do ‘BBB’, com 95%.

2 – 98,76%- Nego Di (BBB 21)

O comediante Nego Di quebrou o recorde de rejeição do ‘Big Brother Brasil’ na 21ª edição do reality show. O comediante saiu no terceiro Paredão da edição com 98,76% dos votos. Enquanto seus concorrentes, Fiuk e Sarah tiveram apenas 0,87% e 0,37% dos votos, respectivamente.

1 – 99,17% Karol Conká

A cantora provocou polêmicas na casa desde a primeira semana. As brigas com diversos participantes e atitudes polêmicas fizeram dela a mais rejeitada da história do BBB. Seus concorrentes de paredão, Gil e Arthur tiveram 0,29% e 0,54%, respectivamente

Neife Abrahão é reeleito presidente da Liga Esportiva de São José de Ribamar

Apoiadores comemoraram a vitória de Neife, entre eles, Manoel Prego de Jesus, do time Payasandu da Cidade Alta

Pelo placar de 9 a 7, o candidato Neife Abrahão foi reeleito presidente da Liga Esportiva de São José de Ribamar.

Muito respeitado entre os desportistas, o presidente reeleito contou com o forte apoio dos presidentes de clubes.

Candidato a vereador na eleição 2020 pelo Republicanos, partido que teve como candidato a prefeito o ex-vereador Beto das Vilas, na disputa pela Liga contou com o apoio do vereador João Carlos (PP).

Já Leandro Diniz, derrotado, tinha todo aparato do governo municipal à seu favor. Entre os que apoiaram Leandro, estavam o prefeito Dr. Julinho (PL), o filho, Júlio Filho (PL); o vice-prefeito Júnior Lago (Avante), e todo aparato da setor esportivo da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer.

Em disputa acirrada em decorrência da entrada do governo municipal na eleição da Liga, Neife chegou a pensar em desistir, mas foi estimulado por presidentes de clubes insatisfeitos com a politização da disputa, e acabou vencendo.

Em seu discurso após a vitória, lembrou do ex-prefeito Jota Câmara, a quem o chamou de “professor”.

A derrota de Leandro Diniz representa a primeira para o grupo do prefeito Dr. Julinho, que após vencer as eleições em 2020, elegeu a presidente da Câmara, vereadora Francimar, em eleição fácil que contou com chapa única.

Chapadinha: TCE reprova contas da prefeita

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) reprovou as contas do exercício financeiro de 2016 da prefeita de Chapadinha, Maria Ducilene Pontes Cordeiro, mais conhecida como Belezinha.

A decisão da Corte foi fundamentada nos dados de que a gestora aplicou apenas 60,89% do total da receita com os gastos de pagamento dos servidores.

Além disso, Ducilene também não aplicou toda a verba do Fundeb na Educação. Ela teria destinado apenas 56,19% dos recurso para o pagamento de profissionais da educação, descumprindo o estabelecido pelo art. 22 da Lei Federal nº 11.494/2007 (seção II, item 2, subitem 2.1 “b” do RI nº 8141/2017).

O TCE determinou ainda que os autos do processo sigam para a Câmara Municipal de Chapadinha em 5 dias após o trânsito em julgado.

Além disso, a Corte encaminhou a cópia do parecer prévio e os demais documentos para a Procuradoria-Geral de Justiça para que, caso, necessite, seja aberto algum procedimento investigatório contra a prefeita.

 

”A sociedade deve ser prioridade”, defende Astro de Ogum em discurso

O vereador acredita que a formação dos blocos parlamentares deve ser uma forma contemporânea de resolver os problemas da sociedade

Atual decano no Parlamento municipal, com seis mandados ininterruptos, na manhã desta terça-feira(23), o vereador Astro de Ogum(PCdoB), usou o pequeno expediente para falar, dentre outros temas, da postura dos blocos parlamentares. “Espero não vê implantado na política pública partidária, a Santa Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício ou ainda, um Coliseu de Roma de forma invisível. Torço para que os blocos que aqui foram criados sejam uma forma contemporânea de resolver os problemas da sociedade”, disse em sua fala.

Como de costume, em tom apaziguador, o parlamentar enfatizou a importância dos líderes e vice-líderes do governo e dos blocos elaborem uma proposta inteligente e responsável, sem atirar pedras em ninguém, tendo o cidadão como foco. “Para trabalhar e, assim, cumprir com o nosso papel enquanto legisladores – é oportuno que possamos debater aquilo que for melhor para sociedade, sem atirar pedra uns nos outros”, enfatizou Ogum.

Gozando de respeito e boa relação com a grande maioria dos seus pares, o parlamentar falou: “Não estou aqui para jogar pedra em a, b ou c, mas se não houver um entendimento em prol da coletividade, vai ter um quarto grupo nesta casa – eu, comigo mesmo e eu mesmo. Vou seguir sozinho, na companhia de Deus e da população, que merece o respeito pelos mandatos a mim conferido”.

Astro concluiu dizendo que o período no cargo ainda é insignificante, por isso ainda não é momento para ataques e cobranças ao prefeito Eduardo Braide(Podemos). “Não tenho nada contra Braide. O prefeito começou a trabalhar agora, se eu tiver que cobrar alguém será quem apoiei, no caso Rubens Júnior e depois Duarte. Nossas reuniões precisam ter como foco o interesse do povo, e não aquela conversa de quem é situação ou oposição. Quem vai bater. Não tenho nada com isso”, finalizou.(ICL)

Axixá:Que Loucura tentando intimidar blogueiro!!!!! Vereador Acusa Golpe

O vereador Joaquinzinho do MDB de Axixá, investigado por suposta tentativa de fraudar sua prestação de contas junto a Justiça Eleitoral, acusou o golpe e em resposta a matéria com provas robustas de despesas não declaradas, gravou um vídeo atacando os adversários e não explicou por que entregou sua prestação de contas zerada e por que não incluiu os supostos materiais de campanha mostrado pela matéria.
Apresentou uma declaração de aprovação de prestação de contas, que no entender do blog foi analisado, apenas com os fatos levados pelo vereador e não sobre as reais despesas.
Com a palavra o Ministério Público Eleitoral

 

Senado vai propor liberar compra de vacinas por Estados, municípios e empresas

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que a Casa deve apresentar ainda nesta segunda-feira, 22, um projeto de lei que libere a aquisição de vacinas contra a covid-19 por parte de Estados, municípios e empresas privadas. Como contrapartida, disse Pacheco, todos deverão cumprir as prioridades previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI). O texto também deve permitir à União que assuma riscos na compra de vacinas importadas, disse ele.

“Não quero antecipar exatamente a forma, mas em instantes vamos poder entregar, em um formato que autorize a União a ter segurança legislativa nos contratos, que são muito exigentes, para que faça essa aquisição e para que possamos permitir para todas as empresas e negócios jurídicos que forem feitos sobre vacinas. E que possamos também, nessa esteira, autorizar Estados, municípios e a iniciativa privada. Com isso vamos poder ganhar muita escala na aquisição de vacinas”, afirmou, após se reunir com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“Óbvio que vamos construir uma forma que preserve o PNI, o SUS em razão de sua universalidade, que obedeça às prioridades do Brasil para que não haja sacrifício a essas prioridades”, acrescentou.

Pacheco disse que deve conversar com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sobre o projeto. A proposta vai além da emenda sugerida pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) à Medida Provisória 1026, que autoriza a União a assumir responsabilidades na compra de vacinas importadas e a constituir garantias, seguro e caução.

“Pretendemos através do projeto de lei manter a ideia da emenda de Randolfe, mas eventualmente ampliar para Estados, municípios e iniciativa privada.”

O presidente do Senado disse que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assumiu um compromisso de vacinar toda a população brasileira neste ano. “É um compromisso afirmado pelo ministro da Saúde eu confio que será cumprido”, disse. Para isso, segundo ele, além das vacinas produzidas no País pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz, será necessário adquirir outros imunizantes.

Na Câmara, o relator da MP 1026/2021, que facilita compras pelo governo de vacinas para covid-19, deputado Pedro Westphalen (PP-RS), já havia proposto que o setor privado também possa adquirir estes imunizantes. Como contrapartida, ele sugere que metade das doses sejam doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto original trata da permissão ao governo para comprar imunizantes mesmo antes do registro do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Westphalen propõe que o setor privado deve cumprir as diretrizes estabelecidas pelo plano nacional de imunização, como a ordem de grupos prioritários, além de informar ao governo sobre as doses administradas. A exigência de doar metade da compra ao SUS é dispensada caso os grupos prioritários já tenham sido vacinados pela rede pública, recomenda o deputado.

Veja Agora: Ação da Rede obriga STF a decidir futuro do “Poderoso Chefão” Othelino Neto na Assembleia Legislativa do Maranhão

Partido contesta norma de Mato Grosso que permite recondução do presidente do Legislativo; decisão pode atingir outros chefes de legislativos

A Rede Sustentabilidade ajuizou, no Supremo Tribunal Federal, ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de liminar, contra norma da Constituição do estado de Mato Grosso que autoriza a recondução do presidente da Assembleia Legislativa.

O partido pede que o dispositivo seja interpretado de forma que a recondução seja vedada dentro da mesma legislatura ou em legislaturas diferentes. A ação foi distribuída ao ministro Alexandre de Moraes.

Em tese, a ação acaba atingindo outros chefes de legislativos no país, entre eles o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB). A legenda argumenta que, no julgamento da ADI 6.524, o STF se manifestou pela impossibilidade de recondução dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente, dentro da mesma legislatura.

Uma legislatura corresponde a quatro anos, e, durante esse período, são realizadas duas eleições para a mesa das casas legislativas estaduais e federais.

Segundo a Rede, o atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso teria sido eleito, em 1º de fevereiro, de forma ilegal, para exercer o terceiro mandato consecutivo.

No pedido de liminar, o partido requer a desconstituição da Mesa da Assembleia e a realização de nova eleição.

No mérito, pede que seja dada interpretação conforme a Constituição Federal ao artigo 24, parágrafo 3º da Constituição estadual estabelecendo que a vedação constitucional à reeleição ou à recondução dos integrantes da mesa na eleição imediatamente subsequente se aplica às eleições que ocorram na mesma legislatura ou em legislaturas diferentes.

Sistema revolucionário do Emet Instituto será usado no combate do Covid 19 e outras dezenas de enfermidades

Pesquisa epidemiológica
Além de monitorar 44 doenças, gestores poderão liberar mais recursos junto ao MS para aplicação nos municípios

Com atuação em pesquisas nas área da saúde; educação; mercadológica e eleitoral desde 2016 e já bastante conhecido e respeitado no Maranhão, por conta do elevado número de acerto nas últimas eleições, o EMET Instituto desenvolveu um sistema de aferição no setor de saúde para Governo Federal, Estados e municípios, que, além de detectar algo em torno de 44 patologias, auxilia os gestores no combate às doenças e na captação de recursos junto ao Governo Federal.

De acordo com o diretor-presidente do EMET, Fernando Bastos, o sistema por ele apresentado, começou a ser desenvolvido em 2016 e ficou pronto em 2019, quando foi iniciada a fase de pesquisas divulgadas.

“A pesquisa epidemiológica é apenas mais um sistema que desenvolvemos para ajudar o país no combate e prevenção de epidemias e pandemias, não só o COVID. Somos, acima de tudo, uma empresa de solução e tecnologia. Tivemos muito trabalho para chegar até aqui, e muitas novidades acontecerão até o meio deste ano, quando estaremos lançando nosso sistema tributário”, disse Bastos.

Sobre a pesquisa na área da saúde, contratada pelo Ministério da Saúde, ele destaca que o Guia Nacional de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, estabelece a obrigatoriedade de todos os municípios realizarem, com frequência, o monitoramento de 39 doenças, mas enfatiza que devido ao elevado número de automedicação no Brasil e também pela própria falta de recursos e de conhecimento, a maioria dos gestores não obedecem tal determinação e o levantamento ambulatorial já chega defasado ao sistema do E-SUS.

“Os levantamentos feito hoje são ambulatoriais e, na maioria das vezes, quando a doença chega ao ambulatório, ela já está espalhada na sociedade. Nossa pesquisa sai do consultório e monitora in loco todos os casos, pois vamos de casa em casa, em busca da ocorrências das doenças, até porque o brasileiro tem mania de automedicação e procura tardiamente aconselhamento médico. Dito, isso, elevamos essa aferição, incluindo mais 5 doenças. Além do Covid, colocamos a hipertensão, a diabetes, a obesidade e a depressão. São patologias silenciosas que provocam a morte de milhares de brasileiros todos os anos. Com uma tecnologia de ponta, estabelecemos uma meta de trabalho bastante dinamizada, que inclui enfermeiras, psicólogos, técnicas de enfermagem e epidemiologistas”, ressalta Fernando Bastos.

Ele acrescenta ainda que o trabalho realizado pela sua equipe propicia ao gestor público uma visão ampla, um raio X dos problemas de saúde em sua cidade, através de todas as doenças detectadas, através de bairros, ruas, faixa etária, sexo, poder aquisitivo e até cor. “Traçamos, na realidade, uma autêntica radiografia dos problemas de saúde de cada município que se torna parceiro. Ele recebe ainda um login e uma senha para acessar o nosso sistema e analisar a pesquisa por meio de vários filtros, idade, sexo, cor, poder aquisitivo e com estes dados em mãos de forma bem simples podem alimentar o sistema do E-SUS o que ajuda a elevar a receita recebida do Governo Federal. Além disso com esse diagnóstico macro da cidade o gestor pode promover ações de saúde pública direcionada para cada caso e região, promovendo maior eficácia e grande economia de recursos financeiros e humanos.” acrescenta Bastos.

Para o empresário, não se deve cuidar apenas da Atenção Básica, mas, também, estabelecer cuidados preventivos na Média e Alta Complexidade (MAC). Ele cita ainda que o EMET está atuando em pelo menos seis Estados que são: Maranhão, Pará, Tocantins, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

*FASE DE EXPANSÃO *
A empresa, em expansão, iniciou a fase de franquias e está analisando propostas de pessoas que querem ser franquiados no Ceará e no Rio de Janeiro. O instituto, contratado pelo Ministério da Saúde, iniciará no próximo mês a pesquisa epidemiológica em 21 cidades no Tocantins, entre elas, Palmas, Araguaia, Grupo, Paraíso do Tocantins, Colinas do Tocantins, Aguiarnópolis, Porto Nacional, Axixá do Tocantins, Sampaio, Antigo, entre outras.