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Blog Veja Agora | Com Junior Araujo - Notícia com veracidade dos fatos

“Novo prefeito de Santa Inês” decepciona população

Pouco mais de dois meses após assumir a prefeitura do município de Santa Inês, o gestor municipal Felipe dos Pneus (Republicanos), ainda não mostrou o trabalho que tanto prometeu.

Pelos quatro cantos da cidade o que mais tem se ouvido é sobre o descaso e abandono por parte do prefeito, que parece esquecer que tem uma cidade para administrar. Os próprios eleitores estão arrependidos por terem Felipe como novo gestor, depositaram suas esperanças no novo, mas constataram, infelizmente, que o novo está carregado das velhas práticas; quem sofre é o cidadão.

O abandono está estampada nas próprias ruas de Santa Inês, a cidade está jogada às traças com ruas intrafegáveis por conta dos buracos, lixo espalhado e o crescimento descontrolado de pessoas infectadas pelo Covid-19, sobrecarregando o sistema público de saúde.

Um vídeo que circula nas redes sociais reproduz a imagem do caos mostrando a avenida Piracanjuba localizada na Vila Militar, em situação totalmente precária e degradante. Até quando a população de Santa Inês terá o respeito merecido?

Prefeito Dino Penha recebe ambulância para São Bento

O prefeito de São Bento Dino Penha (PL), recebeu do governador Flávio Dino (PCdoB), uma nova ambulância que vai melhorar a qualidade da saúde do município.

A nova ambulância destinada pra a cidade possui equipamentos necessários para transporte adequado de pacientes que precisam de atendimentos emergências. O veículo também é equipado para atender pacientes de Covid-19 e vai atender toda sede e zona rural de São Bento.

“Meu agradecimento especial vai para o governador Flávio Dino (PCdoB) por entender que nossa cidade precisa muito desta ambulância que vai atender nossa população com mais eficiência e, certamente, ajudar a salvar muitas vidas”, agradeceu o prefeito Dino Penha.

Carlos Lula versus Covid-19

Secretário do Maranhão abre novos leitos e evita o colapso na cidade de Imperatriz

Para ampliar a assistência aos pacientes com o novo coronavírus, na Região Tocantina, o Governo do Estado entregou, nesta terça-feira (9), o Hospital Referência Covid-19 de Imperatriz. A estrutura, localizada no Centro de Convenções da cidade, é resultado de parceria com a empresa Suzano e conta com 20 leitos de observação, 55 de enfermaria e cinco de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Diante do cenário que temos enfrentado em Imperatriz, não medimos esforços para montar essa estrutura, de forma a aliviar a ocupação de leitos em nossas unidades permanentes e garantir tratamento às pessoas. A nossa luta contra o novo coronavírus não acabou, por isso, além do que compete a nós, poder público, contamos com a compreensão e o apoio da sociedade. Juntos, iremos vencer”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Os pacientes atendidos no novo hospital serão encaminhados pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Bernardo Sayão. Os pacientes com suspeitas da Covid-19 serão atendidos, primeiramente, na UPA e, caso necessário, serão encaminhados ao novo serviço.

A enfermaria será destinada aos pacientes considerados não-graves, o ambulatório servirá para triagem e atendimento medicamentoso aos casos leves da Covid-19 e as UTIs aos classificados como graves.

De acordo com o diretor clínico do hospital referência, André Leôncio de Almeida Santos, o equipamento é mais uma forma de intensificar a luta contra o coronavírus. “O governador Flávio Dino, ciente da situação em que temos vivido, tem mostrado dedicação no combate ao vírus desde o ano passado. O hospital irá atender toda a região, reforçando o compromisso no enfrentamento à doença”, afirmou.

Para Palloma Oliveira, enfermeira e coordenadora de enfermagem da unidade, integrar a equipe multiprofissional do hospital é um orgulho. “Trata-se de uma missão árdua, pois temos esperança de que com este espaço iremos ajudar na recuperação de várias pessoas, influenciando na qualidade de vida delas. Queremos humanizar e cuidar da população de Imperatriz e cidades vizinhas”, destacou.

Na oportunidade, os profissionais e a estrutura do hospital de referência receberam a benção ecumênica de lideranças religiosas locais. Serão 289 profissionais atuando na linha de frente de combate à pandemia, entre assistentes sociais, agentes de portaria, auxiliares administrativos, auxiliares de farmácia, auxiliares de serviços gerais, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, maqueiros, nutricionistas, psicólogos, recepcionistas, técnicos em enfermagem e técnicos em segurança do trabalho.

O Hospital Referência Covid-19 será administrado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

Em primeiro dia de retorno do Restaurante Popular de Pinheiro são servida centenas de refeições

A reabertura aconteceu nesta terça-feira (09), com a presença do prefeito Luciano Genésio e os secretários de seu governo, fechada ao público devido a pandemia da Covid-19 a reabertura foi discreta. O gestor municipal foi ver de perto o preparo do alimento e como este foi servido.

“Importante esse retorno, são muitas famílias que contam com esta alimentação, servimos muitas famílias em situação de vulnerabilidade. Serão 250 a 300 refeições todos os dias, esse número vai depender da demanda. Infelizmente não podemos atender mais do que isso. Fico feliz em saber que estamos fazendo a diferença, a comida é gostosa e nutritiva, espero que agrade o paladar de todos”, disse Luciano.

Uma grande fila se formou do lado de fora do restaurante, muitas pessoas se dirigiram ao local para garantir o alimento, rapidamente receberam sua refeição e deixaram o local.

A refeição custa 5 reais, no local a pessoa compra a senha e recebe sua quentinha, na entrada a higienização das mãos é obrigatória, bem como uso de máscara de proteção.

O atendimento prioritário é para as famílias em situação de vulnerabilidade, mas qualquer um pode se servir. Acompanhado por nutricionista, o cardápio é variado, preparado com responsabilidade e rígidos padrões de higiene. De segunda a sexta a partir das 11:30h o almoço será servido. Devido a pandemia a refeição é servida em quentinhas e entregue para o consumo em casa

Veja Agora!!!! Preço do diesel supera nível pré-greve dos caminhoneiros

Com o repasse dos mais recentes reajustes promovidos pela Petrobras em suas refinarias, o preço do diesel nos postos brasileiros já superou os patamares atingidos antes da greve dos caminhoneiros que paralisou o país em 2018.

Nesta segunda-feira (8), a estatal anunciou novo aumento, de 5,5%, que deve frustrar as expectativas de queda geradas pela isenção de impostos federais na semana passada. A gasolina também subirá a partir desta terça (9), 8,8%.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o litro de diesel era vendido na semana passada, em média, a R$ 4,23. É o terceiro maior valor da série histórica da pesquisa de preços da agência, iniciada em 2004.

Fica atrás só dos valores das duas últimas semanas de maio de 2018, quando o diesel era vendido, em valores corrigidos pela inflação, a R$ 4,26 e R$ 4,30 por litro, respectivamente. Naquele momento, porém, os preços refletiam problemas de abastecimento provocados pela greve.

Na comparação com as semanas que antecederam a paralisação, o preço atual já é maior: na primeira semana de maio de 2018, em valores corrigidos, o litro do diesel era vendido nos postos a R$ 3,94, em média.

A escalada atual ocorre mesmo com o petróleo em níveis mais baixos do que no período da greve. No primeiro dia de junho daquele ano, a cotação do Brent chegou a tocar os US$ 80 (R$ 300 pela cotação da época, em torno de R$ 3,70).

Agora, o petróleo está perto dos US$ 70, mas o real está muito mais desvalorizado, em torno dos R$ 5,80, pressionado pela crise fiscal e pelos erros na condução da política econômica do governo Bolsonaro em meio a um cenário de juros mais baixos.

Com petróleo em recuperação após o pior período da pandemia e dólar depreciado, a Petrobras promoveu cinco reajustes no preço do diesel apenas em 2021, com alta acumulada de 41%. O repasse às bombas já soma 16,7%, segundo a ANP.

Os dados da agência ainda não captam repasses do reajuste desta terça. Por outro lado, também não sofreram impacto da isenção de PIS/Cofins anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro há duas semanas, o que garantiria um desconto de R$ 0,30 por litro.

A medida foi anunciada como parte de um esforço para acalmar os caminhoneiros, que já tentaram paralisar as estradas neste ano, sem sucesso. “

Nos primeiros dias após o início da isenção, os preços chegaram a subir na bomba, com repasses de reajustes anteriores e do aumento no preço de referência para a cobrança do ICMS. O reajuste desta terça, de R$ 0,15 por litro, deve segurar ainda mais os cortes.

O preço da gasolina nas bombas acumula alta de 17,7% no ano. Nas refinarias, após seis reajustes em 2021, o aumento já é de 54%.

Na semana passada, o litro da gasolina era vendido nos postos, em média, por R$ 5,29, valor ainda bem abaixo dos recordes registrados na série histórica da ANP: em valores corrigidos pela inflação, o combustível chegou a custar mais de R$ 5,60 em 2006.

A escalada do preço dos combustíveis ocorre em meio ao recrudescimento da pandemia, que deve ter impactos no mercado de trabalho e na renda dos brasileiros, e pressionam as projeções de inflação para o ano.

O cenário abriu uma crise entre Bolsonaro e o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que foi demitido em publicação em rede social no dia 19 de fevereiro, medida que derrubou as ações da companhia por medo de intervenção do governo na política de preços da empresa.

O anúncio da substituição de Castello Branco pelo general Joaquim Silva e Luna, que comanda Itaipu Binacional, levou a uma debandada inédita no conselho de administração da estatal.

Nos comunicados em que informa os reajustes, a Petrobras tem defendido a política de preços, dizendo que o alinhamento às cotações internacionais “é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às regiões brasileiras”.

Brent fecha em queda após bater US$ 70 com ataque a sauditas

Os preços do petróleo terminaram esta segunda-feira (8) em queda, devolvendo ganhos iniciais que, na esteira de um ataque a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, levaram o Brent a superar os US$ 70 por barril pela primeira vez desde o início da pandemia. As forças iemenitas Houthi atacaram com drones e mísseis o coração da indústria petrolífera saudita no domingo (7), incluindo uma instalação da Saudi Aramco em Ras Tanura, vital para as exportações da commodity. O Brent atingiu uma máxima de US$ 71,38, maior nível desde 8 de janeiro de 2020, mas fechou em queda de 1,6%, a US$ 68,24. Já o WTI cedeu 1,6%, para US$ 65,05, após tocar US$ 67,98, maior nível desde outubro de 2018.

Veja Agora: Ministro do STF anula condenações e Lula poderá disputar eleições de 2022

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acaba de anular as condenações do ex-presidente Lula na Operação Lava-Jato, entendendo que a 13ª vara da Justiça Federal, em Curitiba-PR não teria competência para julgar as acusações. Com a decisão, Lula retoma seus plenos direitos políticos e estará elegível, podendo disputar as eleições presidenciais de 2022.

Vale lembrar que, além da incompetência, a defesa do ex-presidente Lula questionava a parcialidade no julgamento pelo ex-juiz Sérgio Moro, provada pelas conversas vazadas por hackers com o Promotor Deltan Dallagnol, em que Moro figurava como condutor das investigações.

Vídeo: Prefeito aciona polícia para intimidar manifestantes em Coroatá e não pagar o auxílio emergencial da cultura

 

Na última terça-feira (02), artistas, músicos e demais membros do segmento cultural realizaram uma manifestação na porta da Prefeitura de Coroatá. A mobilização foi convocada para pressionar a administração municipal pelo pagamento do auxílio emergencial do setor cultural.

Quase meio milhão de reais estão nos cofres da prefeitura desde outubro de 2020 e até agora nenhum centavo chegou aos beneficiários. Como o prefeito Luís da Amovelar Filho (PT) não dialoga com o movimento e os procedimentos para a liberação do recurso seguem sem transparência, essa foi a única alternativa.

Na tentativa de desestimular a manifestação, o prefeito convocou a tropa de choque da Polícia Militar para intimidar os presentes. Ainda assim, o protesto foi realizado.

Em razão da pandemia, o setor cultural tem sido um dos mais impactados com as medidas restritivas. A proibição de realização de shows, eventos artísticos e o não funcionamentos de espaços culturais afetou significativamente a renda de todos que dependem desses segmentos. Impedidos de trabalhar, artistas, músicos, grupos folclóricos e coletivos culturais contabilizam prejuízos.

Para diminuir os impactos, foi aprovada a Lei Federal nº 14.017 de 29 de Junho de 2020, conhecida como Lei Aldir Blanc, que estabeleceu a liberação de um auxílio emergencial direto para o setor.

A Prefeitura de Coroatá recebeu do Governo Federal em outubro de 2020 quase meio milhão de reais para repassar ao segmento. A Lei estabeleceu o prazo de 60 dias, desde o recebimento do recurso, para operacionalização dos repasses. Apesar da determinação legal, após quatro meses, o dinheiro não foi destinado ao setor.

Diversas lideranças de coletivos culturais discursaram durante a manifestação, cobrando uma solução para o problema.

Chama a atenção que logo o único prefeito filiado ao PT no Maranhão, um partido que tanto cobra, demore tanto tempo para repassar um importante auxílio emergencial a um segmento que amarga grandes perdas durante a pandemia.

Weverton votou contra PEC que permite auxílio emergencial em 2021

Dos três senadores da bancada do Maranhão no Senado Federal, apenas Weverton Rocha (PDT) votou contra a aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que permite ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido) pagar o auxílio emergencial em 2021 por fora do teto de gastos do Orçamento e do limite de endividamento da União.

A proposta foi aprovada em segundo turno na última quinta-feira 4, por 62 votos a favor do texto-base, contando com os votos favoráveis de Eliziane Gama (Cidadania) e Roberto Rocha (PSDB). Foram 14 votos contrários, sendo um deles de Weverton.

A PEC seguiu para a Câmara, onde precisará do apoio de pelo menos 308 deputados em duas rodadas de votação. A medida deve tramitar de forma acelerada, sem passar pelas comissões.

De acordo com o texto aprovado no Senado, a proposta permite que o auxílio emergencial seja financiado com créditos extraordinários, que não são limitados pelo teto de gastos. As despesas com o programa não serão contabilizadas para a meta de resultado fiscal primário e também não serão afetadas pela chamada regra de ouro — mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, de custeio da máquina pública.

O programa ficará limitado a um custo total de R$ 44 bilhões.

Fonte: Atual7