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Blog Veja Agora | Com Junior Araujo - Notícia com veracidade dos fatos

Maura Jorge volta a ser aposta de bolsonaristas no Maranhão

Após decisão do ministro Edson Fachin de anular todas as condenações do ex-presidente Lula (PT) na Lava Jato, o tabuleiro da política nacional sofreu um grande revés que obrigou a Presidência da República a se movimentar. A estratégia política para os estados teve que ser revista. É o que afirmam setores ligados ao presidente.

No Maranhão, o nome da atual prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, que foi a candidata de Bolsonaro ao governo em 2018, foi mais uma vez levantado como o mais forte para disputar as eleições de 2022.

A prefeita é cogitada como contraponto aos setores de esquerda no Maranhão. Seu recall político e sua força na Região Tocantina, por exemplo, dão peso a essa tese.

A força de Lula no Maranhão é indiscutível, como também é indiscutível seu poder de transferência de votos quando seu nome é posto em votação. O entendimento é que apenas um nome que seja conhecido por todo o estado e que tenha relevância nas principais cidades maranhenses, pode ser capaz de montar um palanque consistente para Bolsonaro, com chances reais de enfrentamento ao lulismo enraizado principalmente nas cidades do interior.

Com forte apoio na Região Tocantina, onde teve votação expressiva em todos os municípios, a exemplo de Imperatriz, onde venceu a ex-governadora Roseana, e Açailândia, onde empatou com a ex-governadora em segundo lugar, além dos seus mais de 56 mil votos na capital, Maura Jorge volta a ser o projeto mais viável para capitanear o processo político da direita maranhense. Tanto para a disputa presidencial, quanto para alavancar bolsonaristas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal.

Resta saber se a prefeita abdicará de dois anos de mandato à frente da Prefeitura para mais uma vez se colocar à disposição da política estadual.

Prefeito Eduardo Braide vistoria serviços na região da Cidade Olímpica

O prefeito Eduardo Braide esteve no bairro Cidade Olímpica, nesta terça-feira (16), vistoriando pontos onde a Prefeitura de São Luís está realizando ações emergenciais preventivas para minimizar os transtornos causados pelas chuvas fortes deste período. O prefeito percorreu ruas e vias da região que começam a receber serviços de tapa-buraco nesta semana, como o cruzamento das avenidas Principal e Tancredo Neves, no Santa Efigênia. Eduardo Braide acompanhou a limpeza do Canal do Rio da Mata, que corta a Avenida 02 do bairro.

Foto: Divulgação“Desde o começo do ano, estamos realizando os serviços necessários para preparar a cidade para o período de chuvas. Com a intensificação da estação chuvosa, determinei que este trabalho fosse ampliado e intensificado, chegando a todos os pontos da cidade já mapeados para diminuir ou até mesmo evitar os alagamentos”, informou o prefeito.

O trabalho que está sendo executado no Canal do Rio da Mata é emergencial para evitar acúmulo de lixo, areia e outros tipos de resíduos que podem provocar o aumento no volume e alagamentos no entorno dos dispositivos de drenagem da água das chuvas como canais, galerias, bueiros e sarjetas.

Também na Cidade Olímpica, o prefeito acompanhou o trabalho das equipes da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) na Avenida Jailson Viana. O prefeito também conversou com os moradores do entorno de um canal que corta a via. Além dos serviços emergenciais, ele anunciou que a Semosp irá elaborar projetos para melhorar a vazão dos canais do bairro.

Segundo o titular da pasta, David Col Debella, os serviços emergenciais seguirão até o fim do período de chuvas. “Temos um cronograma diário de limpeza por toda a cidade, incluindo canais, galerias e outros dispositivos de escoamento da água das chuvas. Vamos seguir com este trabalho intensificado para a manutenção do funcionamento adequado destes locais”, disse.

Tapa-buracos 

Eduardo Braide determinou o início da operação tapa-buracos no cruzamento das avenidas Principal e Tancredo Neves, no Santa Efigênia. O trecho tem grande fluxo de veículos, mas o tráfego na região é comprometido por causa dos problemas no pavimento. Os trabalhos começam ainda esta semana para dar garantir melhor mobilidade urbana e mais segurança a quem trafega por aquela região.

Foto: Divulgação

Desde o início do ano, a Prefeitura de São Luís tem realizado serviços de limpeza, capina, desobstrução de galerias e dispositivos de drenagem das águas pluviais para evitar alagamentos ou diminuir o acúmulo de água nas vias da cidade. Com a chegada do período de chuvas mais intensas este trabalho tem sido ampliado por toda a cidade e o bairro Cidade Olímpica é um dos que contemplados com as ações emergenciais.

Por Redação Agência (SECOM)

Desabafo de um Policial Penal

Murilo Andrade Secretário da Siap

“Venho através deste Blog denunciar os diretores: Herbert Klaus Costa Santos (diretor geral), Stélio Guimarães Penha (diretor de segurança e disciplina) e Ivan ( diretor administrativo). Eles são os diretores da UPRSLZ REGIONAL onde ocorreu o fato do preso que foi encontrado morto e só foi achado 24 horas depois. O preso morreu no sábado e só foi achado no domingo dentro do banheiro da quadra do pavilhão Alfa. O que acontece é que a direção desta unidade prisional está levando pressão do Joãozinho (sub secretário da SEAP), do Murilo Andrade(secretário) e do delegado Larrar (serviço de inteligência da SEAP). Pois bem, ontem os diretores da Regional, em uma forma humilhante e constrangedora, mandaram tirar todas as cadeiras da cadeia, deixando os agentes e auxiliares em pé, como uma forma de punição pela morte do preso. Acontece que nessa cadeia, são 900 presos para pouquíssimos funcionários. Eles estão ameaçando os funcionários temporários de exoneração. Essa prática é constante como já foi citado aqui nesse blog. Queria saber onde se encontram os defensores dos direitos humanos nesse momento? O juiz da VEP (Vara de Execuções Penais)? Por que não se manifestam contra esse abuso? Somos humilhados e perseguidos diuturnamente e nada acontece. Fica aqui o meu Desabafo” disse o Policial Penal que não quis se indetificar

VEJA AGORA!!!! Othelino Neto continua perdendo a moral dentro do seu grupo político

Durante entrevista para a TV Mirante na última segunda-feira (15), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), demonstrou que alimenta uma falsa esperança de que seu grupo político lhe dará total apoio para as próximas eleições de 2022.

Na entrevista, Othelino afirmou que pretende disputar o cargo de deputado estadual, federal ou compor uma chapa majoritária, mas nos bastidores não é bem assim que ocorre.

Depois de ter seu sonho destruído pelo governador Flávio Dino (PCdoB) que vem demonstrando claras intenções de concorrer ao Senado, Othelino, que também pretendia uma vaga no Senado Federal, sabe que uma possível reeleição será bem difícil com a perda do seu poder de articulação e, consequentemente, a perda de apoios.

Tasso Fragoso vai ganhar #EscolaDigna

” A reforma e climatização da escola estadual de Tasso Fragoso já está quase pronta e logo logo será entregue pelo governo Flávio Dino. Na cidade, o governador ainda irá construir um farol do saber ao lado da escola” 💪🏽  disse Felipe Camarão pelas suas redes sociais

Bomba!!!!!! Internos são tratados como escravos na indústria da Seap e Secretaria fatura milhões

Murilo Andrade Secretário da Siap

O BLOG VEJA AGORA recebeu informações de que a Penitenciária Regional de Ressocialização de São Luís se transformou em uma fábrica com produções de espumaflex, móveis de malharia e blocos de premoldados produzidos pelos internos, até então, tudo bem, o problema é que de acordo com essas informações, os internos que produzem o material são explorados de forma absurda.

Além dos presos, os agentes penitenciários recebem constantemente ameaças dos próprios internos e dos seus superiores, tanto de morte quanto de exoneração, pois os mesmos são obrigados a colocar os presos para trabalhar. Quando surge algum problema com os internos, os agentes também são obrigados a fazerem uma ocorrência, para insatisfação dos presidiários.

Os presos são tratados como escravos, na maioria dos casos, eles passam seis meses trabalhando pesado e quando precisam sacar dinheiro para as famílias acabam recebendo apenas 15 reais. Através da exploração de agentes e detentos, a Seap fatura milhões de forma suja e humilhante.

Escolha de ministro indicado por Flávio gera insatisfação no centrão, base de Bolsonaro

Senador Flávio Bolsonaro

A escolha do cardiologista Marcelo Queiroga para o comando do Ministério da Saúde não foi bem recebida por integrantes da base aliada de Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara dos Deputados.

As sugestões feitas pelo bloco do centrão foram ignoradas por Bolsonaro, prevalecendo a indicação de um nome do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), primogênito do presidente.
Sob pressão do centrão, Bolsonaro anunciou na segunda-feira (15) a saída do general Eduardo Pazuello, enquanto partidos da base aliada apoiaram dois nomes para o lugar do militar, que é investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

O primeiro foi o deputado federal Luiz Antonio Teixeira (PP-RJ), conhecido pelo apelido de Dr. Luizinho. A indicação da cúpula do PP, no entanto, foi refutada pelo presidente, que queria um nome técnico para o posto e que não tivesse vinculação política.

A alternativa encontrada foi a sugestão do nome da cardiologista ?Ludhmilla Hajjar, que contou com a chancela pública do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Nos encontros que tiveram, contudo, Bolsonaro e Ludhmilla se desentenderam, o que inviabilizou uma indicação.

Com a recusa, deputados do centrão ainda tentaram indicar outro nome, mas Bolsonaro se antecipou e escolheu Queiroga, indicado pelo seu filho mais velho. Segundo assessores palacianos, o novo ministro é amigo da família da mulher do senador.

Prevendo um mal-estar com o bloco, Bolsonaro convidou, horas depois de ter escolhido Queiroga, o presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), para um encontro no Palácio do Planalto.

Na conversa, segundo assessores palacianos, o presidente comunicou a decisão e explicou ao senador que optou por Queiroga pelo seu perfil técnico. Ele observou que foi uma escolha de caráter pessoal.

?Ainda na noite da segunda-feira, no entanto, dirigentes do centrão já reclamavam da escolha do presidente e ressaltavam que Bolsonaro deveria ter levado em conta o apoio do bloco no Congresso.

“Não adianta trocar o ministro se o presidente continuar sabotando a implementação das práticas de combate ao coronavírus que são adotadas pelo mundo inteiro”, afirmou à reportagem o deputado federal Fausto Pinato (PP-SP).

A avaliação de dirigentes do centrão é a de que, diante da necessidade de aprovação das reformas administrativa e tributária, era o momento de Bolsonaro acenar à base aliada, e não fazer uma escolha de caráter pessoal.

Eles ressaltam que a abertura de mais espaço para o grupo partidário na Esplanada dos Ministérios também ajudaria a manter na base aliada o bloco do centrão após a decisão que tornou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elegível para 2022.

Mesmo antes da vitória de Lira, em fevereiro, deputados do centrão já tinham a expectativa de assumir a Saúde com a saída de Pazuello. O nome favorito era o do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), alternativa que chegou a ser discutida na Casa Civil.

O nome de Barros perdeu força com o passar do tempo. Deputados disseram que, quando Barros foi ministro da Saúde no governo Michel Temer (MDB), ele não ficou conhecido por atender demandas de parlamentares.

A escolha de Queiroga gerou frustração entre aliados de Lira, para os quais Bolsonaro não reconheceu o apoio que o deputado federal tem dado à sua gestão.

Integrantes de partidos como PP e Republicanos viram na decisão de Bolsonaro um recado ao centrão: não adianta pressionar pela demissão de um ministro achando que tem garantida a indicação do sucessor.

Como os dois nomes rejeitados por Bolsonaro tinham chancela de Lira, parlamentares também disseram que a escolha acaba enfraquecendo o presidente da Câmara.
Com apoio de Bolsonaro, Lira é o principal líder do chamado centrão, bloco de partidos de centro e de direita conhecidos como adeptos do ‘tomá lá, dá cá’ (apoio em troca de cargos e verbas).
Na campanha de 2018, Bolsonaro, então no PSL, dizia que os dirigentes do centrão eram “a alta nata de tudo o que não presta no Brasil”.

“Se eu, por exemplo, apresento o ministério para um partido com objetivo de comprar voto, qualquer um pode então me questionar que estou interferindo no exercício do Poder Legislativo”, disse à época.

Também em 2018, o hoje ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, chegou a cantarolar “se gritar pega centrão, não fica um meu irmão” em um encontro do PSL.

Chegando ao poder, o presidente atravessou 2019 em conflito com esses partidos. Agora, dirigentes e líderes dizem que a aproximação com o governo em 2020 foi possível porque Bolsonaro corrigiu problemas em seu comportamento.

Diretores da Seap se acham deuses e massacram Servidores

Carlos James Moreira Diretor da Custódia hospitalar

“Boa noite meu blogueiro! Estou entrando em Contato com o senhor para fazer uma denuncia anônima sobre a *Seap* que o senhor possa nos ajudar pq não temos a quem recorrer. A denuncia e sobre o diretor da custódia hospitalar da Seap *Carlos James* Que a assumiu a diretoria a pouco tempo e já fazendo muitas mudanças, tirou o quarto de hora dos servidores auxiliares temporário da custódia hospitalar q trabalha a noite nos hospitais *SOCORRÃO 2, NINA RODRIGUES* Dizendo que não está no contrato, querendo que nos passe a noite toda acordado… Já que a Seap não paga adicional noturno, sequer salubridade , não estamos tendo folga nenhuma do mês e pra conseguir marcar uma férias com maior dificuldade e se algum de nós servidor público falar alguma coisa contra somos capaz de ainda ser exonerado. Estou entrando em contato para lhe pedir sua ajuda, gostaria muito q o senhor olhasse por nós, estamos trabalhando no limite do estresse” Desabafo de um Servidor que não que ser indentificado temendo Duras retaliações

Coletivo Nós realiza ato na Cidade Operária e Câmara de São Luís como parte da mobilização nacional pelo assassinato da vereadora Marielle


Já são 1.096 dias, 35 meses ou três anos sem respostas para o assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, seu motorista. Mortos a tiros em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, até agora as investigações ainda não apontaram os responsáveis.
Mobilizações em todo país aconteceram no último domingo, 14, pedindo justiça pelos dois. Na capital maranhense, o Coletivo Nós plantou girassóis na Cidade Operária e na Câmara de São Luís e irá protocolar proposta para instituir o dia 14 de março como o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra mulheres negras, LGBTQIA+ e periféricas.
A ação foi mobilizada pelo Instituto Marielle Franco e pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), partido de Marielle, eleita com 46 mil votos, sendo a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro.
A programação em São Luís iniciou no Centro de Ensino Maria José Aragão, na Cidade Operária.
“O legado de Marielle não será esquecido. O gesto de plantar, simboliza as sementes dela que continuam se espalhando. Seguimos resistindo. Marielle foi uma mulher, preta, mãe solo, socióloga, lésbica, periférica, vereadora, que levantava a voz para defender e lutar pelos direitos das mulheres, LGBTQIA+, do povo preto e periférico. Por isso é tão marcante estarmos neste chão de uma escola na região da Cidade Operária/Cidade Olímpica, que é o maior conglomerado urbano de São Luís, tal como o Complexo da Maré, no Rio, onde Marielle viveu”, destacou o co-vereador do Coletivo Nós, Jhonatan Soares.
O dia de mobilização continuou na Câmara de Vereadores de São Luís, depois na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e finalizou na Praça Maria Aragão, com o ‘Pôr do Sol por Marielle’, em que diversos coletivos presentes reafirmaram o compromisso com a luta e bandeiras que Marielle defendia e, principalmente, pedindo por respostas sobre seu assassinato.
“Quem mandou matar Marielle? Até quando teremos que esperar essa resposta? Hoje, em um ato de esperança, nos colocamos à disposição para caminhar junto e manter o legado de Marielle Franco. Também assumimos o compromisso de apresentar à Câmara de São Luís, a proposta de instituir o dia 14 de março como o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra mulheres negras, LGBTQIA+ e periféricas”, completou Flávia Almeida, co-vereadora do Coletivo Nós.

Sobre o caso

Marielle Francisco da Silva, de 38 anos, era uma líder política defensora dos direitos humanos. Foi covardemente assassinada em 14 de março de 2018, ao deixar um evento sobre a atuação de mulheres negras na política.
Seu carro foi alvejado por diversos disparos, no centro da capital fluminense, sendo que, quatro atingiram ela e três, seu motorista Anderson Gomes, que também morreu no local.

Ela era relatora da comissão da Câmara dos Vereadores que fiscaliza a atuação da intervenção federal nas favelas, sempre se opondo à violência da Polícia Militar e à intervenção federal nas comunidades cariocas. Uma semana antes de ser assassinada, denunciou casos de abuso de violência policial no bairro de Acari, no Rio.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou os ex-PMs Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, como os assassinos de Marielle e de Anderson, presos nas penitenciárias federais de Campo Grande e de Porto Velho, sem audiências marcadas até o momento. A investigação contém várias contradições e se arrasta por três anos, sem trazer respostas concretas apontado os mandantes, a motivação para o assassinato e onde está a arma do crime.