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Mirinzal: 💰 Salário na conta!

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Clima de desconfiança toma o STF após suspeita de gravação clandestina envolvendo Dias Toffoli

Ministro Dias Toffoli

O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta uma crise de confiança interna após surgirem suspeitas de que o ministro teria gravado clandestinamente a sessão secreta que, na última quinta-feira (12), decidiu por sua saída da relatoria do processo envolvendo o Banco Master. A suspeita ganhou repercussão depois que o site Poder360 divulgou trechos precisos dos diálogos travados na reunião, levantando questionamentos sobre a segurança e sigilo das deliberações do tribunal.

Ministros que participaram da sessão descreveram o episódio como “perplexidade e desconforto sem precedentes”. Segundo eles, os trechos vazados teriam sido selecionados de forma a favorecer a imagem de Toffoli, omitindo críticas e o debate mais acirrado que ocorreu durante a reunião. Para alguns magistrados, a precisão das falas publicadas reforça a possibilidade de que algum registro clandestino tenha sido feito, embora a autoria ainda seja incerta.

Em nota, Toffoli negou veementemente qualquer envolvimento: “É um fato absolutamente inverídico. Nunca gravei uma conversa na minha vida. Quem me conhece sabe que sou discreto e não relato conversas institucionais ou pessoais”. O ministro levantou a hipótese de que o vazamento possa ter partido de algum funcionário do setor de tecnologia do tribunal.

Enquanto a origem do vazamento ainda é investigada, o clima de desconfiança persiste.

Gestão de Juscelino Marreca enfrenta crise após corte de energia; foco na pré-candidatura de Vanessa Marreca gera revolta

Prefeito Juscelino Marreca e a primeira dama Vanessa Marreca

Ontem quinta-feira (12) ficou marcada por um episódio que revoltou moradores de Santa Luzia: o corte de energia elétrica do Centro Administrativo do município. A interrupção no fornecimento comprometeu o atendimento à população e escancarou o que muitos classificam como descaso da atual gestão.

A cidade, administrada pelo prefeito Juscelino Marreca, enfrenta uma onda crescente de críticas. Enquanto servidores e cidadãos relatam dificuldades no acesso a serviços básicos, a prefeitura teria deixado de honrar o pagamento da conta de energia, resultando na suspensão do fornecimento em um dos principais prédios públicos do município.

População sem atendimento

Com o Centro Administrativo às escuras, diversos serviços ficaram prejudicados, afetando diretamente quem depende do atendimento público. Moradores relatam que a situação simboliza o momento vivido pela cidade, que, segundo críticas, sofre com problemas na saúde, na infraestrutura e na educação.

Além disso, há denúncias de salários atrasados, o que aumenta ainda mais a insatisfação popular. Para muitos, a falta de planejamento e prioridade na gestão tem gerado prejuízos concretos à população.

Pré-candidatura da primeira-dama no centro do debate

Nos bastidores políticos, cresce o comentário de que o foco da gestão estaria voltado para a pré-candidatura da primeira-dama, Vanessa Marreca. Críticos apontam que enquanto a administração municipal enfrenta dificuldades básicas, haveria movimentações políticas visando fortalecer o nome da esposa do prefeito para as próximas eleições.

A percepção de parte da população é de que o projeto político atual teria caráter pessoal, e não coletivo. “O povo está se sentindo órfão”, afirmam moradores inconformados com o cenário.

Pedido de fiscalização

Diante das denúncias e da gravidade da situação, há quem defenda maior atenção do Ministério Público e dos órgãos fiscalizadores para apurar possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos. As suspeitas levantadas nas ruas incluem questionamentos sobre a destinação do orçamento municipal em meio às dificuldades financeiras enfrentadas pela administração.

Em apenas um ano de mandato, a gestão de Juscelino Marreca já enfrenta forte desgaste político e é alvo de duras críticas por parte da população.

Secretária da SMTT, controlador e procuradora ignoram convocação da Câmara e podem ser levados coercitivamente para explicar crise do transporte em São Luís

A secretária municipal de Trânsito e Transportes de São Luís, Manuella Fernandes, a procuradora-geral do Município, Valdélia Campos, e o controlador-geral do Município, Sérgio Mota, não compareceram à sessão da Câmara Municipal marcada para prestar esclarecimentos sobre a crise no sistema de transporte público da capital. A ausência foi registrada durante sessão plenária e abriu discussão entre os vereadores sobre a adoção de medidas regimentais diante do não atendimento à convocação aprovada pelo parlamento.
A convocação havia sido aprovada, por unanimidade, na última quarta-feira (4), após sucessivas paralisações do transporte coletivo e questionamentos sobre a condução das negociações entre Prefeitura, empresas e trabalhadores do setor. O requerimento foi apresentado pelo vereador Jhonatan Soares, do Coletivo Nós, que afirmou que a audiência tinha como objetivo tratar de um problema que afeta diretamente a rotina de centenas de milhares de usuários do transporte público em São Luís.
Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou que a crise no sistema não é pontual, mas recorrente, citando greves e paralisações registradas ao longo dos últimos anos. Segundo ele, relatórios da própria Controladoria do Município já apontaram fragilidades na estrutura da SMTT, incluindo dificuldades na gestão do sistema, na fiscalização da tarifa social e no acompanhamento operacional do transporte coletivo.
A ausência dos representantes do Executivo provocou reação entre os vereadores, que questionaram a justificativa encaminhada minutos antes do horário da audiência, sob o argumento de que a greve já havia sido encerrada. Parlamentares afirmaram que o não comparecimento esvazia o papel fiscalizador da Câmara e compromete o debate sobre soluções para a crise do transporte, especialmente diante da possibilidade de novas paralisações.
Durante o debate em plenário, vereadores discutiram as medidas possíveis diante da ausência, incluindo a realização de nova convocação. Conforme o entendimento apresentado na sessão, caso haja novo não comparecimento, a convocação poderá evoluir para condução coercitiva, com obrigação formal de comparecimento para prestar esclarecimentos ao Legislativo municipal.
Também foi levantada a possibilidade de adoção de medidas institucionais para garantir o exercício do poder fiscalizatório da Câmara, incluindo a provocação de órgãos competentes para apuração de eventual descumprimento de dever funcional, caso fique caracterizada ausência injustificada, podendo resultar na abertura de procedimento por improbidade administrativa.
A convocação ocorre em meio a mais uma crise no transporte público da capital, marcada por paralisações recentes, dificuldades financeiras de empresas operadoras e reclamações de trabalhadores sobre atrasos salariais. Vereadores relataram que o sistema segue em situação instável, com relatos de empresas operando sob medidas judiciais e risco de novas interrupções no serviço.
A atual titular da SMTT assumiu o cargo após a exoneração de Maurício Itapary, em meio à pressão política e administrativa pela reestruturação do sistema e pela realização de uma nova licitação do transporte coletivo. A expectativa da Câmara é que os secretários municipais compareçam em nova data a ser definida para esclarecer as medidas adotadas pela Prefeitura de São Luís. Caso contrário, poderá ser adotada a condução coercitiva para garantir a prestação das informações solicitadas pelos vereadores.

Nos bastidores da ALEMA: Davi Brandão rasga elogios a Roberto Costa e reforça sintonia política em defesa da educação de Bacabal

Davi Brandão e Roberto Costa

O pronunciamento do deputado estadual Davi Brandão na tribuna da Assembleia Legislativa, na última quarta-feira (11), movimentou os bastidores políticos ao destacar a parceria e o alinhamento com o prefeito Roberto Costa em favor da educação de Bacabal. A fala foi interpretada por aliados como um gesto claro de união política em torno de resultados concretos para o município.

Durante o discurso, o parlamentar ressaltou os investimentos realizados na rede municipal, como melhorias na estrutura das escolas, qualificação de educadores, entrega de fardamento e distribuição de tablets para estudantes, apontando que a gestão tem colocado a educação como prioridade estratégica.

Em uma das declarações mais comentadas, Davi Brandão reforçou a confiança na administração municipal:

“Hoje a responsabilidade dos pais é só levar para a escola. Lá dentro, o Roberto e os professores garantem a qualidade.”

Nos bastidores, a avaliação é de que a sintonia entre o deputado e o prefeito tem fortalecido políticas públicas e consolidado um momento de avanços para Bacabal, especialmente na área educacional, considerada peça-chave para o desenvolvimento da cidade.

Presidente Sarney inaugura Sala do Empreendedor e fortalece parceria com o Sebrae

Na manhã desta quarta-feira (11), a Prefeitura de Presidente Sarney inaugurou oficialmente a Sala do Empreendedor, um importante instrumento de apoio aos pequenos negócios e de estímulo ao desenvolvimento econômico do município.

O novo espaço foi criado para oferecer orientação, suporte técnico e facilitar o acesso dos empreendedores sarneyenses aos serviços necessários para formalização, regularização e crescimento de seus negócios, fortalecendo a geração de renda e oportunidades na cidade.

Durante a solenidade, o prefeito Gilson Lima destacou a importância da iniciativa para o futuro do município. “Hoje é um dia muito especial para Presidente Sarney. A Sala do Empreendedor nasce com o propósito de fortalecer quem já empreende e incentivar novos negócios. Apoiar o empreendedor é estimular a geração de renda e impulsionar o desenvolvimento local”, ressaltou o gestor do município.

*Parceria fortalecida* – Na ocasião, o prefeito e o superintendente do Sebrae Maranhão, Albertino Leal, assinaram o convênio que consolida a parceria entre a Prefeitura e a instituição. Leal ressaltou o compromisso do Sebrae com o fortalecimento dos municípios maranhenses.

“A Sala do Empreendedor é uma ferramenta estratégica para apoiar os pequenos negócios. Essa parceria com a Prefeitura de Presidente Sarney demonstra o compromisso da gestão em criar um ambiente propício para o crescimento econômico e para a formalização dos empreendedores, fazendo o município se desenvolver cada vez mais”, declarou.

A gerente do Sebrae em Pinheiro, Rosa Amélia Borges, também enfatizou o impacto positivo da iniciativa. “Quando o município investe no empreendedor, investe diretamente no desenvolvimento local. A Sala do Empreendedor vai aproximar os serviços do Sebrae da população sarneyense e facilitar o acesso à informação, capacitação e orientação”, assegurou a gerente.

O secretário municipal de Administração, Pastor Elioenai, destacou que a implantação do espaço representa um avanço na modernização dos serviços públicos oferecidos à população. “Estamos organizando e estruturando o município para atender melhor os cidadãos. A Sala do Empreendedor é mais uma ação concreta que fortalece a economia local e amplia as oportunidades para quem deseja crescer,” destacou.

Com a inauguração, Presidente Sarney dá mais um passo rumo ao fortalecimento do empreendedorismo e à construção de um novo tempo de desenvolvimento e oportunidades para todos.

Desespero, Vereador de Colinas denuncia ameaça e tentativa de intimidação por parte do deputado federal Márcio Jerry

Dep Federal Marcio Jerry

O vereador de Colinas Cleiton do  Hospital denunciou que sofreu ameaça e tentativa de intimidação por parte do deputado federal comunista Márcio Jerry, durante um evento na cidade de Presidente Dutra. Além de relatar o ocorrido, em vídeo que circula em grupos de WhatsApp, Cleiton afirmou que vai fazer Boletim de Ocorrência na polícia, como forma de resguardar sua integridade.

“Sentou do meu lado e, com tom de ameaça, foi no meu ouvido e falou as seguintes palavras: ‘Olha, Cleiton, eu vou mandar a Polícia Federal em Colinas. Já falei com o ministro Flávio Dino’. Bateu no meu braço, bateu no meu peito, me ameaçou”, relata o vereador no vídeo, que mostra a sequência das imagens de Jerry falando com ele no evento.

Cleiton do Hospital é o mesmo vereador que, durante uma entrevista no mês de janeiro último, deu detalhes de“fuxicos” feitos por Márcio Jerry à mulher de Dino, como forma de plantar a discórdia com o recém-empossado governador Carlos  Brandão. “Dani, demitiram teu fotógrafo, demitiram teu jardineiro, demitiram tua cozinheira”, contou.

Cleiton e Jerry são filhos de Colinas e, na mesma entrevista, o vereador falou sobre os planos frustrados do deputado federal que sonhava eleger seu  irmão prefeito da cidade.  “Quem é de Colinas, sabe quem é Márcio Jerry. A real história de Márcio Jerry é essa: de derrota, fracasso, mentiras, intrigas”.

Ameaças e narrativas falsas

No cenário político maranhense, o vereador é só mais uma vítima de integrante do grupo que se denomina dinista e faz uso de ameaças contra adversários políticos. Eles vivem de criar narrativas falsas contra quem não segue a cartilha deles.

Veja Agora: Maura Jorge pode quebrar cofres de Lago da Pedra para eleger filho deputado estadual

Prefeita de Lago da Pedra Maura Jorge e seu filho pré-candidato a deputado estadual Rui Jorge

A política maranhense — especialmente em cidades interioranas como Lago da Pedra — expõe de forma cristalina o desafio estrutural que o Brasil enfrenta quando se trata da relação entre poder público, interesse familiar e eleições. A prefeita Maura Jorge (PP)está no centro de um movimento que tem alarmado órgãos de controle, especialistas e cidadãos: a tentativa de transformar a máquina pública em um instrumento para elevar o poder político de sua própria família — em particular, de eleger o filho, Rui Jorge, como deputado estadual em 2026.

Nos últimos meses, o cenário em Lago da Pedra parece mais uma estratégia de poder do que administração transparente. A prefeita intensificou articulações políticas extrapolando os limites do município, obtendo apoio de seis vereadores de Arari para o projeto do filho — uma movimentação que, embora legalmente possível, levanta questões éticas sobre uso político da estrutura pública para fins partidários, e além disso, apoio político no Brasil, especialmente no Maranhão não é de graça.

Vereadores de Arari decidiram apoio a Rui Jorge para disputa de vaga na Assembleia Legislativa nestas eleições de 2026

O problema maior não está apenas na busca legítima por votos, mas no quanto do orçamento municipal pode estar sendo redirecionado para fortalecer uma base política pessoal, em detrimento de serviços públicos essenciais.

Essa situação ecoa um alerta recente feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no aniversário de 46 anos do Partido dos Trabalhadores, em Salvador (BA), em 7 de fevereiro de 2026. No evento, Lula criticouduramente o estado atual da política brasileira, afirmando que o sistema “apodreceu”, particularmente devido ao custo estratosférico de candidaturas — onde “agora é dinheiro rolando para tudo quanto é lado” — e citou a vergonha que é saber “quanto custa um cabo eleitoral e o preço de cada candidatura no país”.

Esse ambiente nacional — em que se reconhece que dinheiro e poder se misturam de forma tóxica — oferece contexto para compreender por que iniciativas como a de Maura Jorge suscitam tanta preocupação.

O caso Curió em Turilândia gera um precedente alarmante

Vale ressaltar um exemplo recente de como a busca por poder político pode desgastar as finanças públicas: no município de Turilândia, o então prefeito teria comprometido os cofres municipais para estruturar uma base eleitoral em favor da esposa, Eva Curió, quando ela era pré-candidata a deputada estadual. O episódio se transformou em símbolo de advertência sobre os riscos de usar recursos públicos para fins eleitorais — com relatos de desequilíbrio orçamentário e cortes em serviços básicos. (O caso ainda está sob investigação por órgãos competentes e merece atenção contínua.)

O impacto real na vida dos cidadãos

Quando recursos são direcionados, mesmo que indiretamente, para fortalecer projetos políticos familiares, o que se perde é muito mais que cifras nos balanços: perde-se qualidade nos serviços de saúde, educação, infraestrutura urbana e suporte social. Municípios como Lago da Pedra, com demandas sociais urgentes, não podem arcar com a administração pública subordinada a interesses que favorecem uma família em detrimento da coletividade.

Além disso, misturar administração municipal com campanha electoral, ainda mais em um contexto em que se reconhece a “podridão” e o custo exagerado das campanhas, arrasta para baixo a confiança da população nas instituições e na própria política.

Conclusão

O episódio em Lago da Pedra é um retrato claro de um desafio maior que assola a política brasileira: o conflito entre o interesse público e a busca por hegemonia política familiar. Casos como esse reforçam o alerta de que a política, muitas vezes, virou um campo onde o poder se sobrepõe à responsabilidade social — algo que autoridades nacionais e órgãos de fiscalização têm repetidamente criticado.

É papel da imprensa expor, com responsabilidade e análise crítica, situações que possam comprometer a boa gestão e o uso adequado dos recursos públicos, sem sensacionalismo, mas com firmeza e compromisso com a verdade.

Via: Joerdson Rodrigues